đŸ‡§đŸ‡· GrĂȘmio Recreativo ESCOLA DE SAMBA UNIÃO DA ILHA | rio de Janeiro | 27.01.1988 

art popular brasileiros, Brazil, Escola de Samba, Music

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GrĂȘmio Recreativo Escola de Samba UniĂŁo da Ilha do Governador (souvent simplement appelĂ© UniĂŁo da Ilha) est une Ă©cole de samba de la ville de Rio de Janeiro. Elle a Ă©tĂ© fondĂ©e le 7 mars 1953 par les amis MaurĂ­cio Gazelle, Quincas et Orphylo, qui se trouvaient sur l’Estrada do Cacuia, le principal site du carnaval de l’Ilha do Governador, observant les reprĂ©sentations de petites Ă©coles de samba et de pĂątĂ©s de maisons de divers quartiers de l’Ăźle. . C’est Ă  ce moment-lĂ  qu’ils ont dĂ©cidĂ© que le quartier de Cacuia devrait avoir une Ă©cole de samba qui le reprĂ©senterait. Actuellement, l’Ă©cole est basĂ©e Ă  Estrada do GaleĂŁo, dans le quartier de Cacuia.

UniĂŁo da Ilha a un lien fort avec son lieu d’origine, le quartier de Cacuia, l’un des quatorze qui composent Ilha do Governador, dans la zone nord de la ville de Rio de Janeiro. Le carnaval dans la rĂ©gion Ă©tait cĂ©lĂ©brĂ© avec des bains de mer costumĂ©s et des dĂ©filĂ©s dans les ranchs de carnaval (parmi les plus connus Ă©taient Caprichosos da Ilha, Embaixadores da Folia, Nova Embaixada et Recreio da Ilha). MĂȘme avec l’inauguration du Ponte do GaleĂŁo et du systĂšme de transport par ferry, il Ă©tait coĂ»teux et difficile de participer au dĂ©filĂ© de l’Ă©cole de samba de Rio de Janeiro. Avec cela, Ilha do Governador a organisĂ© son propre concours. Le dĂ©filĂ© a eu lieu sur Estrada do Cacuia et comprenait la participation des Ă©coles de samba ImpĂ©rio da Ligação, ParaĂ­so Imperial, Unidos da Cova da Onça et Unidos da Freguesia.

Les citations et rĂ©fĂ©rences Ă  Ilha do Governador sont courantes dans les sambas de l’Ă©cole, ainsi que les expressions qui symbolisent l’acte de traverser la baie de Guanabara, de l’Ăźle au centre-ville, comme dans les sambas de 1982 (« A minha alegria atravessou o mar / E ancorou na passarela “); 1990 (“Sonhando o mar atravessei “); 1992 (« Sou mais minha Ilha / Tu Ă©s meu amor / Em ti me planto / Ilha do Governador ») ; 1999 (« Assim a Ilha vem pra festa / Atravessando o mar azul ») ; entre les autres

Bandeira e BrasĂŁo

bandeira, ou pavilhĂŁo, da escola possui dezesseis raios de cores intercaladas (quatro azuis, quatro vermelhos e oito brancos), partindo do brasĂŁo da escola (que se encontra ao centro) em direção Ă s extremidades da bandeira. O modelo foi implantado no desfile de 1987, e desde entĂŁo teve pequenas variaçÔes de ano a ano, como por exemplo, a disposição dos raios azuis e vermelhos, ora intercalados com os raios brancos, ora em duplas com um raio branco ao meio. O pavilhĂŁo original da escola era liso, de cor branca, com o brasĂŁo da escola ao centro. ApĂłs a troca em 1987, ainda foi carregado pelo segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira da agremiação durante alguns desfiles. O brasĂŁo da escola foi redesenhado em 1970 pelo entĂŁo carnavalesco da agremiação, Edson Machado, e pelo diretor Paulinho Barbudo, sendo utilizado pela primeira vez no carnaval de 1971, na estreia da agremiação no Grupo 2. Seguindo os preceito da herĂĄldica, o brasĂŁo consiste em um escudo, com uma faixa branca diagonal, tendo em seu interior a inscrição “UniĂŁo”. A faixa branca divide o escudo em dois lados. O lado superior, de cor vermelha, tem o desenho de uma lira dourada, que representa a mĂșsica. O lado inferior, de cor azul, tem o desenho de um cavalo-marinho dourado, representando o mar da Ilha do Governador. Ramos de louro dourados circundam o brasĂŁo na parte inferior. Mais abaixo, a inscrição “da” e uma faixa branca com a inscrição “Ilha do Governador”. Acima do brasĂŁo, uma ĂĄguia, representando a Portela, escola-madrinha da UniĂŁo. E mais acima, a inscrição “G.R.E.S.” (GrĂȘmio Recreativo Escola de Samba). As cores das letras das inscriçÔes e a estilização dos desenhos representados no brasĂŁo costumam sofrer pequenas variaçÔes a cada ano. Algumas fontes afirmam que o desenho da ĂĄguia teria sido ideia de Natal da Portela.  Outras fontes afirmam que a ideia foi do carnavalesco Edson Machado. O brasĂŁo original da agremiação continha menos detalhes. Consistia em um escudo com trĂȘs listras, nas cores da escola, e a inscrição “G.R.E.S.U.I.G.” (GrĂȘmio Recreativo Escola de Samba UniĂŁo da Ilha do Governador).

HistĂłria

Apesar de sediar o desfile de carnaval, Cacuia nĂŁo tinha nenhuma escola de samba representante. O bairro possuĂ­a um time de futebol, o UniĂŁo Futebol Club. A equipe tricolor, de cores azul, vermelho e branco, era comandada pelo tĂ©cnico MaurĂ­cio Gazelle. Seus jogadores moravam na Ilha e disputavam campeonatos locais. Na terça-feira de carnaval, 5 de março de 1953, os amigos MaurĂ­cio Gazelle, Joaquim Lara de Oliveira (“Quincas”) e Orphilo Bastos acompanhavam os desfiles das escolas de samba da Ilha do Governador, na Estrada do Cacuia, quando tiveram a ideia de fundar uma escola que congregasse o time e os torcedores do UniĂŁo Futebol Clube e que representasse o bairro do Cacuia – atĂ© entĂŁo sem escola de samba. O trio apresentou a sugestĂŁo aos outros colegas do time e marcaram uma reuniĂŁo para discutir a proposta.

A Escola de Samba UniĂŁo (mais tarde, UniĂŁo da Ilha do Governador) foi fundada em 7 de março de 1953, durante uma reuniĂŁo no armazĂ©m de MaurĂ­cio Gazelle, na Rua Itapissuma, nĂșmero 252. Segundo a ata de fundação da escola, cerca de 231 sambistas estiveram presentes no armazĂ©m, sendo que 59 se comprometeram a pagar uma taxa associativa para ajudar a custear a nova escola de samba. Os 59 sĂłcios-fundadores da agremição foram: MaurĂ­cio Taufie Gazelle; Orphilo Bastos; Joaquim Lara de Oliveira; Paulo Amargoso; Julio Taufie Gazelle; Avelino de Souza; Josino Duarte; DĂĄzio de Almeida Vasconcellos; ClĂĄudio Macedo; Ary Nogueira da Silva; SebastiĂŁo Pinheiro; Olindo da Cruz; Albino Francisco da Rocha; MoysĂ©s da Silva; Jorge Pereira de Paula; Erotildes F. Peçanha; JoĂŁo Teles de Menezes; Wilson Sada; JoĂŁo Teles de Menezes Junior; HĂ©lio da Silva; Floriano Silva Pereira; AntĂŽnio IgnĂĄcio Paquier; Zadival de Oliveira; Nicolau Tolentino da Costa; Guaracy Teles de Menezes; Gileno Ferreira; Setembrino Vieira de Mello; Wilson Vinhais; Branco Dante Arpino; AntĂŽnio Diniz; JoĂŁo Monteiro de Almeida; SebastiĂŁo AntĂŽnio de Souza; Floriano de Souza; Altair da Silva; EuzĂ©bio dos Santos; Wanderley Paulo da Costa; HonĂłrio JosĂ© Barbosa; JoĂŁo de Souza Costa; Rubens de Oliveira; Victor LeitĂŁo; Eliseu Silva; Manoel Pereira; Walter LeitĂŁo; Joel S. Silva; Porcino Soares dos Santos; Edno Pessoa Marques; Lano Pessoa Marques; Wilson Ferreira Brito; Ary Gonçalves; JosĂ© Narciso Gomes da Vinha; JosĂ© Francisco de Azevedo; HĂ©lio Gomes da Purificação; JosĂ© IgnĂĄcio dos Anjos; Hugoneles A. Cunha; EgĂ­dio Gomes da Purificação; Jorge IgnĂĄcio dos Anjos; Ely Ferreira; JosĂ© Taufie Gazelle e Walter da Silva Mattos. Na mesma reuniĂŁo, MaurĂ­cio Gazelle foi eleito o primeiro presidente da agremiação e Paulo Amargoso foi eleito o vice-presidente.

đŸ‡§đŸ‡· GrĂȘmio Recreativo ESCOLA DE SAMBA PORTELA | Rio de Janeiro | 10.01.1988

Art populaire, Brazil, Escola de Samba, Rio de janeiro

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GrĂȘmio Recreativo Escola de Samba Portela (ou simplement Portela) est une Ă©cole de samba brĂ©silienne situĂ©e dans la ville de Rio de Janeiro. Adoptant l’aigle et les couleurs bleu et blanc comme symbole, Portela occupe la position de plus grand champion du carnaval de Rio de Janeiro, avec 22 titres (1935, 1939, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1946, 1947, 1951). , 1953, 1957, 1958, 1959, 1960, 1962, 1964, 1966, 1970, 1980, 1984 et 2017). Cette marque comprend sept fois le championnat et un quadruple championnat, respectivement entre 1941-1947 et 1957-1960. On l’appelle affectueusement “La MajestĂ© de la Samba” et forme, avec Deixa Falar et Mangueira, la triade des Ă©coles fondatrices du carnaval de Rio.

L’Ă©cole a Ă©tĂ© officiellement fondĂ©e en tant que groupe du carnaval, appelĂ© Conjunto Oswaldo Cruz, le 11 avril 1923, dans le quartier d’Oswaldo Cruz. Bien que certains chercheurs pensent que l’Ă©cole a Ă©tĂ© fondĂ©e en 1926, l’annĂ©e officielle de fondation est 1923, la mĂȘme annĂ©e oĂč a Ă©tĂ© créé le groupe “Baianinhas de Oswaldo Cruz”, qui contenait dĂ©jĂ  l’embryon du premier conseil d’administration de Porto, avec Paulo da Portela, Alcides Dias Lopes (mieux connu sous le nom de “Malandro historique”), Heitor dos Prazeres, AntĂŽnio Caetano, AntĂŽnio Rufino, Manuel Bam Bam Bam, Natalino JosĂ© do Nascimento (“son NoĂ«l”), Candinho et ClĂĄudio Manuel. Elle changea deux fois de nom – “Quem Nos Faz É O Capricho” et “Vai Como Pode” -, jusqu’Ă  prendre dĂ©finitivement le nom de Portela, au milieu des annĂ©es 1930. C’est l’une des principales Ă©coles de samba de Rio de Janeiro, formant aux cĂŽtĂ©s de Mangueira et Beija-Flor, les trois plus grands champions du carnaval de Rio.

En 1988, Tradição, une Ă©cole fondĂ©e par des dissidents de Portela, atteint l’Ă©lite du carnaval et, pour la premiĂšre fois, concourra dans le mĂȘme groupe que Portela. L’artiste du carnaval Geraldo Cavalcante a créé une intrigue inspirĂ©e du livre A Fonte dos Amores, de CĂąmara Cascudo. L’Ɠuvre raconte la lĂ©gende de la passion du vice-roi du BrĂ©sil, Dom LuĂ­s de Vasconcelos e Sousa, pour une jeune femme appelĂ©e Susana. Regrettant d’avoir sĂ©parĂ© la jeune femme de son fiancĂ©, le vice-roi parvient Ă  rĂ©unir Ă  nouveau le couple et, en guise de cadeau, ordonne Ă  Mestre Valentim d’urbaniser Lagoa do BoqueirĂŁo (plus tard, Passeio PĂșblico), oĂč vivait la jeune femme, donnant lieu Ă  la construction de la Fontaine des Amours. L’histoire a servi de toile de fond pour rendre hommage au centre de Rio de Janeiro, oĂč se dĂ©roule le roman de CĂąmara Cascudo. Le refrain de la samba de l’Ă©cole (« Briga, eu, eu quero briga / Hoje eu venho reclamar / Esta praça ainda Ă© minha / Eu tambĂ©m estou fominha / JacarĂ© quer me abraçar ») a Ă©tĂ© perçu comme une provocation Ă  la Tradition. Le prĂ©sident de Portela, Carlinhos MaracanĂŁ, a niĂ© que la samba de l’Ă©cole soit un signe indirect de la Tradition. Selon MaracanĂŁ, le combat Ă©voquĂ© dans la samba vient de CinelĂąndia, transformĂ©e en place de manifestations populaires. Avant le Carnaval, Portela s’est adressĂ©e au tribunal pour tenter d’empĂȘcher Tradição d’utiliser un condor dans sa voiture Ă  ailes ouvertes, affirmant qu’il s’agissait d’une copie de l’aigle de Porto. Portela Ă©tait la huitiĂšme et derniĂšre Ă©cole de la premiĂšre nuit du Groupe 1 en 1988, commençant son dĂ©filĂ© vers huit heures du matin, Ă  la lumiĂšre du jour. Le comitĂ© directeur de l’association Ă©tait formĂ© par des personnalitĂ©s illustres de Porto, comme Argemiro, Ary do Cavaco, Carioca, Periquito, Monarco, Wilson Moreira, Casquinha, ManacĂ©ia, Alberto Lonato, Edir, GaĂșcho et Casemiro. Dans la voiture Ă  ailes ouvertes, la sculpture d’aigle de Portela dĂ©filait, blanche avec des dĂ©coupes de miroirs. Le dĂ©filĂ© a commencĂ© en s’adressant aux trois ethnies qui composent le peuple brĂ©silien, en mettant l’accent sur les noirs, reprĂ©sentĂ©s par des ailes chorĂ©graphiĂ©es par le danseur JerĂŽnymo PatrocĂ­nio. Il a Ă©galement abordĂ© la construction de l’Avenida Central (plus tard, Rio Branco), de l’Avenida Beira-Mar et du Passeio PĂșblico ; en plus de CinelĂąndia et Lapa. Les actrices Claudia Raia et Vera Gimenez ont participĂ© au dĂ©filĂ©. Enceinte, la mannequin Luiza Brunet s’est retirĂ©e en tant que marraine de la batterie, dĂ©filant sur un trĂ©pied. Dans sa revue, le Jornal do Brasil a publiĂ© que l’animation du dĂ©filĂ© « compensait l’intrigue confuse ». Portela a pris la cinquiĂšme place au carnaval de 1988 ; tandis que la Tradition Ă©tait classĂ©e huitiĂšme

1988

No ano do CentenĂĄrio da Abolição, a Portela escolheu para enredo um tema inspirado no livro “A fonte dos amores”, de JosĂ© CĂąmara Cascudo, que trata da paixĂŁo do Vice-Rei D. LuĂ­s de Vasconcelos de Sousa por uma jovem chamada Susana, moradora das proximidades do antigo Largo do BoqueirĂŁo, atual Passeio PĂșblico, e da construção da famosa fonte esculpida por Mestre Valentim. Geraldo Cavalcanti, em seu segundo e Ășltimo ano na escola como carnavalesco, partiu dessa histĂłria de amor para enaltecer a regiĂŁo do Centro do Rio de Janeiro que compreende, alĂ©m do Passeio PĂșblico, a Avenida Rio Branco, a CinelĂąndia e a Lapa.

đŸ‡§đŸ‡· Dr. CACILDA TEXEIRA da COSTA | historienne d’art vidĂ©o | SĂŁo Paulo | 06.02.1988

Brazil, crítico de arte, Musée art moderne, MUSEO DE ARTE, video art

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NĂ©e Ă  SĂŁo Paulo en 1941, Cacilda Teixeira da Costa a Ă©tĂ© la coordinatrice du premier centre d’art vidĂ©o dans un musĂ©e brĂ©silien (créé en 1976) au MAC-USP Museu de Arte ContemporĂąnea Ă  l’invitation de son premier directeur Walter Zanini. Elle a Ă©galement Ă©tĂ© commissaire d’art vidĂ©o Ă  la 16e Biennale de SĂŁo Paulo.   De 1979 Ă  1983, elle a Ă©tĂ© rĂ©dactrice en chef d’un ouvrage de rĂ©fĂ©rence pour l’historiographie des arts plastiques au BrĂ©sil : « Histoire gĂ©nĂ©rale de l’art au BrĂ©sil » en 2 volumes de 1116 pages, organisĂ© par Walter Zanini. Elle a Ă©galement Ă©tĂ© directrice du MAM-SP, MusĂ©e d’Art Moderne dans les annĂ©es 1990. Elle est conseillĂšre auprĂšs de la Fundação Bienal de SĂŁo Paulo.

Elle est titulaire d’une maĂźtrise et d’un doctorat en arts visuels de l’UniversitĂ© de SĂŁo Paulo (1997). Sa thĂšse de doctorat portait sur l’artiste Wesley Duke Lee ” Um salmĂŁo na corrente taciturna: o percurso interior, : le voyage intĂ©rieur, la vie et l’Ɠuvre de Wesley Duke Lee”. Elle s’intĂ©resse Ă©galement aux livres d’artistes. En 1985, avec Ana Teresa Fabris, elle organise une grande exposition sur ce thĂšme au CCSP, Centro Cultural SĂŁo Paulo.

Parmi de nombreuses expositions, elle a Ă©tĂ© responsable du commissariat d’approximations de l’esprit pop: Waldemar Cordeiro, Antonio Dias, Wesley Duke Lee, Nelson Leirner, 1963-1968 au MusĂ©e d’art moderne de SĂŁo Paulo – MAM 1993 et ​​également de la rĂ©trospective Wesley Duke Lee, tenue au MusĂ©e d’Art de SĂŁo Paulo – MASP en 1981.

đŸ‡§đŸ‡· WESLEY DUKE LEE | artiste peintre | SĂŁo Paulo | 03.02.1988

Brazil, Interview, Musée art moderne, MUSEO DE ARTE, Pintor

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Lee ( malheureusement dĂ©cĂ©dĂ© le 12 septembre 2010) Ă©tait un petit-fils d’AmĂ©ricains et de Portugais et commença son apprentissage de l’art dans le cours de dessin du MusĂ©e d’Art de SĂŁo Paulo, en 1951. L’annĂ©e suivante, il partit aux États-Unis pour Ă©tudier Ă  la Parsons et Ă  l’AIGA, Ă  New York, jusqu’en 1955. Il y dĂ©couvre les Ɠuvres de Robert Rauschenberg, Jasper Johns, Cy Twombly et le Pop art en gĂ©nĂ©ral. De retour au BrĂ©sil, Lee abandonne sa carriĂšre publicitaire et Ă©tudie la peinture avec Karl Plattner, qu’il rejoint lors d’un voyage en Italie et en Autriche en 1960. Lee se rend Ă©galement Ă  Paris, oĂč il suit des cours Ă  l’AcadĂ©mie de la Grande ChaumiĂšre et Ă  l’atelier de Johnny Friedlaender. De retour au BrĂ©sil, en 1963, Lee commence Ă  travailler avec de jeunes artistes et interprĂšte le happening O Grande EspetĂĄculo das Artes (« Le Grand Spectacle des Arts » en portugais) au Bar JoĂŁo SebastiĂŁo, Ă  SĂŁo Paulo. Cela a Ă©tĂ© considĂ©rĂ© comme l’un des Ă©vĂ©nements les plus pionniers au BrĂ©sil.  Avec Maria CecĂ­lia, Bernardo Cid, Otto Stupakoff et Pedro Manuel Gismondi, entre autres, il fonde un groupe dĂ©diĂ© au rĂ©alisme magique. En 1966, il rejoint un groupe appelĂ© « Grupo Rex » mais cela ne durera que jusqu’en 1967.

Wesley Duke Lee (SĂŁo Paulo SP 1931 – idem 2010)

Desenhista, gravador, artista grĂĄfico, professor.

Faz curso de desenho livre no Museu de Arte de SĂŁo Paulo Assis Chateaubriand (Masp), em 1951. Um ano depois, viaja para os Estados Unidos e estuda na Parson’s School of Design e no American Institute of Graphic Arts, em Nova York, atĂ© 1955. Nessa Ă©poca, acompanha as primeiras manifestaçÔes da arte pop e vĂȘ trabalhos de Robert Rauschenberg (1925-2008), Jasper Johns (1930) e Cy Twombly (1928-2011). No Brasil, em 1957, deixa a publicidade e torna-se aluno do pintor Karl Plattner (1919-1989), com quem trabalha em SĂŁo Paulo e, posteriormente, na ItĂĄlia e na Áustria, atĂ© 1960. Nessa Ă©poca, vive tambĂ©m em Paris, freqĂŒenta a AcadĂ©mie de la Grande ChaumiĂšre e o ateliĂȘ de Johnny Friedlaender (1912-1992). Retorna ao Brasil em 1960. Em 1963, inicia trabalho com os jovens artistas Carlos Fajardo (1941), Frederico Nasser (1945), JosĂ© Resende (1945), Luiz Paulo Baravelli (1942), entre outros. Nesse ano, realiza, no JoĂŁo SebastiĂŁo Bar, em SĂŁo Paulo, O Grande EspetĂĄculo das Artes, um dos primeiros happenings do Brasil. Procura organizar um movimento artĂ­stico, o realismo mĂĄgico, com Maria CecĂ­lia (1928), Bernardo Cid (1925-1982), Otto Stupakoff (1935-2009) e Pedro Manuel-Gismondi (1925-1999), e outros. Em 1966, com Nelson Leirner (1932), Geraldo de Barros (1923-1998), JosĂ© ResendeCarlos Fajardo e Frederico Nasser, funda, como reação ao mercado de arte, o Grupo Rex, que existe atĂ© 1967.

ComentĂĄrio CrĂ­tico

Wesley Duke Lee Ă© pioneiro na incorporação dos temas e da linguagem pop no Brasil. Em 1963, cria o movimento realismo mĂĄgico, com Marcia CecĂ­lia, Pedro Manuel-Gismondi, Otto Stupakoff e Carlos Felipe Saldanha. O aspecto figurativo do movimento Ă© uma alternativa Ă  academicização do abstracionismo no Brasil. Ainda em 1963, ensina artistas como Carlos FajardoFrederico NasserJosĂ© Resende e Luiz Paulo Baravelli. Duke Lee trabalha intensamente com esses alunos, por cerca de dois anos. No perĂ­odo, o trabalho do pintor sai do plano e ganha o espaço tridimensional. Obras como O TrapĂ©zio ou Uma ConfusĂŁo, 1966 e O HelicĂłptero, 1967 jĂĄ se articulam como ambientes. Em 1969, mora na CalifĂłrnia, onde faz experiĂȘncias com novas tecnologias e leciona na Universidade do Sul da CalifĂłrnia, em Irvine. Durante a dĂ©cada de 1970, lida com outras tradiçÔes, como a cartografia, a caligrafia oriental e os desenhos de botĂąnica.

Nessa exposição, realizada no jĂĄ extinto JoĂŁo SebastiĂŁo Bar, em SĂŁo Paulo, Wesley fez a leitura de um protesto, em forma de agradecimento, contra os crĂ­ticos de arte, enquanto nascia o “Realismo MĂĄgico”, movimento com tendĂȘncias narrativas, sob a ascendĂȘncia da arte pop, mas enraizado no surrealismo. Ainda em 1963, realizou sua primeira mostra individual, em MilĂŁo, na ItĂĄlia. Em junho de 1966, Wesley Duke Lee, Nelson Leirner, Geraldo de Barros e alguns de seus discĂ­pulos, fundam o “Grupo Rex”, marcado pela irreverĂȘncia, humor e crĂ­tica, incomodados com a situação da arte no paĂ­s. Fundam tambĂ©m a Rex Gallery & Som, mas o grupo teve vida curta, durando atĂ© maio de 1967.

Wesley Duke Lee nĂŁo evitava a provocação nem fugia de uma polĂȘmica. Nos anos 70 rompeu com o cĂ­rculo artĂ­stico vigente, apĂłs ter seu manifesto publicado na imprensa, no qual dizia que daquele momento em diante exporia somente em museus e salas pĂșblicas. Durante seis anos retirou-se do mercado de arte, sĂł voltando em 1976. Wesley era um destacado desenhista e se valeu dos mais diversos meios e materiais para expressar sua arte, fazia uso do nanquim e da pintura por computador. Para muitos crĂ­ticos, sua obra significou a virada da arte moderna para a arte contemporĂąnea no Brasil.

Wesley Duke Lee faleceu em SĂŁo Paulo, no dia 12 de setembro de 2010.

đŸ‡§đŸ‡· RCA label BrĂ©sil | MIGUEL PLOPSCHI | producteur de musique brĂ©silienne | Rio de Janeiro | 29.01.1988 |

Brazil, Censura no brasil, Censure au Brésil, Dictature, Music

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Miguel Plopschi (Bucarest, 25 septembre 1944), est un producteur, rĂ©alisateur et saxophoniste roumain. S’installe au BrĂ©sil en 1963, oĂč il Ă©tudie l’ingĂ©nierie Ă  l’UniversitĂ© fĂ©dĂ©rale de Rio de Janeiro (UFRJ). A commencĂ© sa carriĂšre musicale en tant que saxophoniste avec The Fevers. Plopschi a commencĂ© Ă  travailler comme producteur de musique chez Phonogram/Polygram. A rejoint RCA en 1983, devenant depuis lors l’un des plus grands noms de la production et de la gestion musicales de l’industrie musicale brĂ©silienne.

Mihail Plopschi,[1] mais conhecido como Miguel Plopschi[1] (Bucareste, 25 de setembro de 1944), Ă© um produtor musical, diretor e saxofonista romeno. Mudou-se para o Brasil em 1963, sendo estudante de engenharia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Começou sua carreira musical inicialmente com os Fevers, integrando a banda como saxofonista. Começou a trabalhar como produtor musical na gravadora Philips e produziu seu primeiro disco, A Juventude Manda vol. II, dos Fevers. Plopschi jĂĄ produziu discos para artistas como: Wanderley Cardoso, Paulo SĂ©rgio, Fernando Mendes, JosĂ© Augusto, Reginaldo Rossi, Odair JosĂ©, Agnaldo TimĂłteo e os prĂłprios Fevers. Quando chegou à RCA em 1983, ajudou a alavancar o sucesso da dupla Michael Sullivan e Paulo Massadas, apresentando vĂĄrias composiçÔes deles para outros artistas tocarem, incluindo sucessos como “Whisky a Go Go“, do Roupa Nova, e “Um Dia de Domingo“, de Gal Costa.

đŸ‡§đŸ‡· ANA BEATRIZ NOGUEIRA | actrice | cinĂ©ma | théùtre

ator, Brazil, Cinema, Rio de janeiro, Teatro, Théùtre

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Ana Beatriz Nogueira est actrice, rĂ©alisatrice et mĂ©lomane. Pour parler de sa carriĂšre primĂ©e au théùtre et au cinĂ©ma, elle prĂ©sente au programme une collection de vedettes : Villa Lobos (O Trenzinho do Caipira), Noel Rosa (Feitiço da Vila), Carlos Gardel (Gira Gira) et Dalva de Oliveira. (Ave Maria do Morro). La bande originale musicale couvre des sujets tels que le film Vera, qui lui a valu l’Ours d’argent en 1987 ; l’expĂ©rience sur scĂšne ; le théùtre qu’il a installĂ© chez lui pour diffuser des piĂšces en ligne, Teatro com Bolso ; et la rĂ©alisation du monologue À la recherche d’une dignitĂ©, basĂ© sur le texte de Clarice Lispector et magistralement interprĂ©tĂ© par Sandra PĂȘra. Depuis lors, sa carriĂšre comprend, outre plusieurs autres rĂ©compenses, plus d’une douzaine de films, 17 Ɠuvres tĂ©lĂ©visĂ©es et 14 piĂšces de théùtre. parmi eux « Une relation pornographique », de l’Iranien Philippe Blasband et rĂ©alisĂ© par Victor Garcia Peralta ; les solos « Tout ce que je voulais te dire », sur des textes de Martha Medeiros, mis en scĂšne par Victor Garcia Peralta et « Um Pai (puzzle) », d’aprĂšs un livre de Sybille Lacan et mis en scĂšne par Vera Holtz et Guilherme Leme Garcia ; « Les Trois SƓurs », de Tchekhov et rĂ©alisĂ© par Bia Lessa ; « Parle doucement, sinon je crierai », de Leilah Assunção et rĂ©alisĂ© par Paulo de Moraes ; « Le lecteur d’heures », de l’Espagnol JosĂ© Sanchis Sinisterra et rĂ©alisĂ© par Christiane Jatahy ; « La mĂ©moire de l’eau », de l’Anglaise Shelagh Stephenson et mise en scĂšne par Felipe Hirsch, parmi de nombreuses autres productions.
Son travail le plus rĂ©cent Ă©tait dans le feuilleton de 21 heures, « O SĂ©timo GuardiĂŁo », d’Aguinaldo Silva, sur TV Globo. 

đŸ‡§đŸ‡· EDOUARDO ESCOREL | cinĂ©aste

Brazil, Censura no brasil, Censure au Brésil, Cinema, Ditadura no brasil, Embrafilme, Interview

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Eduardo Escorel de Morais (nĂ© en 1945), plus connu sous le nom d’Eduardo Escorel, est un monteur et rĂ©alisateur brĂ©silien. Il a fait ses dĂ©buts en tant que monteur sur Le prĂȘtre et la fille de Joaquim Pedro de Andrade (1965). Avec son premier long mĂ©trage, Lição de Amor, il remporte le prix du meilleur rĂ©alisateur au Festival du film de Gramado en 1976. Il a Ă©galement reçu le prix du meilleur rĂ©alisateur pour son deuxiĂšme film, Ato de ViolĂȘncia, cette fois au Festival du film de Brasilia en 1980. Il a remportĂ© le prix du meilleur montage pour Guerra Conjugal et O Chamado de Deus respectivement au Festival du film de BrasĂ­lia en 1974 et 2000, et pour Dois Perdidos Numa Noite Suja au Festival du film de Gramado en 2002.

Eduardo Escorel de Morais (SĂŁo Paulo1945) Ă© um montadordiretor de cinema e professor brasileiro.

Eduardo Escorel e a polĂ­tica dos arquivos: notas sobre a trajetĂłria de imagens de um cortejo fĂșnebre no Brasil de 1968.

Filmographie

đŸ‡§đŸ‡· MIGUEL PEREIRA | critique du cinĂ©ma brĂ©silien | embrafilme

Cinema, Cinema Novo, Dictature, Embrafilme

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Miguel Pereira (1941-2019) était l’un des professionnels les plus actifs de l’OCIC et plus tard de SIGNIS. Il Ă©tait Ă  la fois critique de films pour d’importants quotidiens brĂ©siliens, comme O Globo, et professeur dans une universitĂ© au BrĂ©sil. En tant que jeune journaliste de cinĂ©ma, il a Ă©tĂ© l’un des conseillers de la confĂ©rence des Ă©vĂȘques brĂ©siliens pour le lancement du prix Margarida da Prata, qui rĂ©compense chaque annĂ©e les meilleurs films brĂ©siliens. Ce fut une dĂ©cision trĂšs courageuse.

Miguel Pereira est devenu non seulement un ambassadeur du cinĂ©ma brĂ©silien, mais aussi du cinĂ©ma de qualitĂ© en gĂ©nĂ©ral. Lors du CongrĂšs mondial de l’OCIC en 1982 Ă  Nairobi, les participants ont dĂ©couvert la finesse de ses vues sur le cinĂ©ma et les valeurs. À partir des annĂ©es 1980, il a Ă©tĂ© activement liĂ© Ă  l’OCIC et plus tard Ă  SIGNIS. Il a assistĂ© Ă  la crĂ©ation de SIGNIS BrĂ©sil et a commencĂ© avec un groupe de chercheurs de la PontifĂ­cia Universidade CatĂłlica do Rio de Janeiro dans le mĂȘme but de rationaliser le domaine du cinĂ©ma au sein de l’Association.

En 2017, il avait prĂ©vu d’organiser avec SIGNIS une confĂ©rence internationale sur le cinĂ©ma et le pĂšre Felix Morlion OP (1904-1987) mais n’a pas pu la mener Ă  bien.

O que foi o movimento cinematogrĂĄfico, suas principais caracterĂ­sticas estĂ©ticas, filmes e cineastas mais importantes e suas influĂȘncias para o cinema contemporĂąneo.

đŸ‡§đŸ‡· JACQUELINE LAURENCE | atriz, diretor franco-brasileira

ator, Cinema, Interview, Rio de janeiro, Teatro, Théùtre

linguagem đŸ‡«đŸ‡·

Jacqueline veio para o Brasil ainda adolescente, acompanhando o pai que era jornalista ( 17 de junio de 2024 – lamentablemente falleciĂł). Entre 1955 e 1957, participou da primeira turma da FBT (Fundação Brasileira de Teatro), ingressando posteriormente em O Tablado e A Comunidade.Depois de passar quase toda sua carreira na Rede Globo, em 2010 foi contratada pela Rede Record para atuar na telenovela RibeirĂŁo do Tempo. Sua passagem pela emissora foi breve. Logo em 2011, assinou um novo contrato com a Rede Globo, para atuar na telenovela Aquele Beijo, de Miguel Falabella. Francesa de Marselha, Jacqueline Laurence veio para o Brasil na adolescĂȘncia e, entre 1955 e 1957, integrou a primeira turma da Fundação Brasileira de Teatro (FBT), escola de Dulcina de Morais, onde foi aluna de Adolfo Celi, Henriette Morineau, Gianni Ratto, Maria Clara Machado, Ziembinski e da prĂłpria Dulcina.
Continuou sua formação no Tablado, atuando com destaque em diversas montagens dirigidas por Rubens CorrĂȘa, Yan Michalski e pela fundadora do prĂłprio teatro-escola, Maria Clara Machado.
No final dos anos 1960, fez parte do grupo A Comunidade, de Amir Haddad, que a dirigiu em O Marido Vai Ă  Caça, de Georges Feydeau (1971) – montagem que lhe garantiu prĂȘmio de Melhor Atriz. Tem seu talento para a comĂ©dia reconhecido pelos crĂ­ticos.
Em 1982, recebeu o Troféu Mambembe como Melhor Atriz por dois trabalhos: Madame de Sade, de Yukio Mishima, e As Criadas, de Jean Genet. Em 1984, passou a atuar também como diretora, assinando espetåculos estrelados por Fernanda Montenegro e Miguel Falabella, entre outros. Ainda na década de 1980 se envolveu com o chamado teatro besteirol, que invade a cena carioca.
Na TV, fez sua estreia em 1972, na novela Uma Rosa Com Amor, jĂĄ tendo atuado em cerca de trinta produçÔes; no cinema, fez mais de uma dezena de filmes. A atriz começou em televisĂŁo, em 1968, na famosa novela: ” AntĂŽnio Maria”, de Geraldo Vietri, na TV Tupi. Depois ela passou para a Rede Globo e em 1972, participou de ” Uma Rosa Com Amor”. Em 78,fez: “Dancin’Days”, novela que tambĂ©m marcou Ă©poca. Em 80, fez: ” Água Viva” e ” As TrĂȘs Marias”. Em 82: “SĂ©timo Sentido”.Em 1994, Jacqueline Laurence passou para a Rede Manchete e fez: ” A Marquesa de Santos”. Em 85: “Tudo Em Cima”.Voltou para a Globo, em 1986 , e fez: ” Cambalacho”. E outra vez na Manchete em 86, participou de: ” Dona Beija”. Mais uma vez na Globo, fez em 87: ” BambolĂȘ”. Em 89: “Top Model”. Em 90, foi para o SBT e fez: ” Brasileiros e Brasileiras”.Em 91, na Globo fez: “O Dono do Mundo”.Em 94: ” Acidente em Antares”.Em 96: ” Salsa e Merengue”. Em 97: ” Sai de Baixo”,um seriado humorĂ­stico . Em 99: “VocĂȘ Decide”. Em 2001, fez a novela: “As Filhas da MĂŁe”.Em 2004, fez: ” Da Cor do Pecado” e “Senhora do Destino”. Em 2005: “A Lua Me Disse”. Em 2006: “Cobras e Lagartos”. Em 2007:” Malhação”, o seriado: “Toma LĂĄ DĂĄ Cá” e a novela: ” Desejo Proibido”. Em 2008, fez na TV Bandeirantes: ” Água Na Boca”.

NĂ©e en France, Jacqueline Laurence a suivi dans sa jeunesse son pĂšre, journaliste, au BrĂ©sil. Depuis 1955, elle joue au théùtre. Elle a Ă©tĂ© choisie pour interprĂ©ter des Ɠuvres d’Albert CamusJean GenetMiguel Falabella et d’autres auteurs modernes et contemporains. Depuis 1984, elle est Ă©galement directrice de théùtre, une activitĂ© pour laquelle elle jouit d’une haute estime par les critiques. Jacqueline Laurence est Ă©galement apparue dans plusieurs films et telenovelas de Rede Globo dans lesquels elle interprĂšte souvent des rĂŽles de femmes d’origine française ou des enseignants de langue et de littĂ©rature française.

đŸ‡«đŸ‡· GÉRARD VICAIRE | destin en paillettes | costumier mondiale de la piste |

Art populaire, cirque, clown, costumier, couturier, Théùtre

Langue đŸ‡«đŸ‡·

 Son destin remplis de paillettes..

Au dĂ©but des annĂ©es 1920, Henri Vicaire (malheureusement dĂ©cĂ©dĂ© 2018), artisan lapidaire et importateur de cristalleries de BohĂšme, est le fournisseur attitrĂ© de nombreux couturiers parisiens, toujours prĂȘts Ă  acquĂ©rir broderies et paillettes, artifices alors trĂšs en vogue. Talentueux costumier, GĂ©rard Vicaire est dĂ©cĂ©dĂ© le 12 novembre 2018 Ă  l’Ăąge de 91 ans. Il avait dirigĂ© pendant plus de 60 ans la maison Vicaire, fondĂ©e par ses parents et spĂ©cialisĂ©e dans les costumes et dĂ©cors de spectacles. Cette maison créée en 1927 était spĂ©cialisĂ©e  dans les costume de scĂšne pour les plus grands cabarets du monde. Ses crĂ©ations allaient du rideau de scĂšne, aux costumes pour des revues  en passant par les robes de spectacles. GĂ©rard Vicaire, le fils de Simone et Charles, qui avait repris en 1932 l’affaire familiale est considĂ©rĂ© comme le plus grand costumier de cirque. Jusqu’en 1992, date de la fermeture de la maison de couture (qui sera reprise 10 ans plus tard par Corine Valentin) G”arad Vicaire rĂ©alisera plus de 400 costumes qui seront sur les Ă©paules des plus grands clowns du monde. Un Vicaire Ă©tait plus qu’un costume de piste, c’était une Ɠuvre d’art, une piĂšce de musĂ©e constituĂ©e de 100 000 Ă  150 000 paillettes toutes posĂ©es Ă  la main selon une technique dite “LunĂ©ville” consistant Ă  saisir un fil (sur lequel sont enfilĂ©es des paillettes ou des perles),le tordre et le passer dans l’étoffe, pour former une maille ou un point de chaĂźnette grĂące Ă  un petit crochet donnant un point plus rĂ©gulier.

Et un clown renommĂ© ne pouvait porter qu’un sac Vicaire sur une piste. Avec le dĂ©cĂšs de GĂ©rard Vicaire c’est tout un pan de l’histoire de la piste du XX° siĂšcle qui disparaĂźt avec lui .​​​​

Gérard Vicaire a dirigé pendant plus de 60 ans la maison Vicaire spécialisée dans le costume de scÚne pour tous les plus grands cabarets du monde. Il a aussi travaillé pour habiller tous les grands clowns blancs de ce siÚcle. Un livre vient de sortir aux éditions chapitre douze sur cette figure emblématique des arts de la scÚne.

đŸ‡§đŸ‡· SÉRGIO MAMBERTI – actor – director – producer – author – playwright – politician

ator, Brazil, Censura no brasil, Censure au Brésil, Cinema, Dictature, Ditadura no brasil, Funarte, Interview, Politic, Racism, Rio de janeiro, Teatro, Théùtre

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SĂ©rgio Mamberti was born in Santos, SĂŁo Paulo. ( September 3, 2021 – unfortunately passed away). He is a graduate of the School of Dramatic Arts of SĂŁo Paulo, and has been a playwright for more than 50 years. He is brother of the deceased actor ClĂĄudio Mamberti.

Affiliated to the Workers’ Party (PT), SĂ©rgio occupied during the Lula Government several positions within the Brazilian Ministry of Culture:Secretary of Music and Performing Arts. Affiliated to the PT, Mamberti took a stand against the impeachment process of Dilma Rousseff . In 2018, he played his character Dr. Victor together with actors Pascoal da Conceição (Dr. Abobrinha) and Eduardo Silva (BongĂŽ) to ask for votes from the then PT candidate Fernando Haddad . Also that year, he protested against the arrest of President Lula participating in the Lula Livre movement .

Born in 1939, in the city of Santos , on the coast of SĂŁo Paulo , SĂ©rgio graduated from the scenic arts course at the School of Dramatic Art at the University of SĂŁo Paulo (EAD). He made his theater debut in the play AntĂ­gone AmĂ©rica written by Carlos Henrique Escobar, produced by Ruth Escobar and directed by AntĂŽnio Abujamra .

After the play in 1963, he joined the theater group Decision, along with names like Abumjara, Glauce Rocha and PlĂ­nio Marcos . For the group he participated in the play O BalcĂŁo de Jean Genet which earned him the Governor Award of the State of SĂŁo Paulo, in the category ‘best supporting actor’.

In the 1970s, together with his brother ClĂĄudio Mamberti, he participated in numerous plays in the SĂŁo Paulo capital, working with important names of Brazilian dramaturgy such as Beatriz Segall , Regina Duarte and Paulo JosĂ© .

In the 1980s, he played Galeno Sampaio in Rede Globo â€˜s soap opera Brilhante . In 1984, he played King Claude in the play Hamlet , by the Englishman William Shakespeare organized by Marco AurĂ©lio. In the same year, Argan lived in the play Tartufo , by MoliĂšre, sharing the play with Paulo Autran , under the direction of JosĂ© Possi Neto . In 1998, he lived one of his most striking characters EugĂȘnio , homosexual butler of Celina ( NathĂĄlia Timberg ), in the Vale Tudo deGilberto Braga .

Still in the 1980s, he was one of the founders of the Workers’ Party (PT) of whom he effectively participated in the process.

In the 1990s, he lived one of his most memorable characters Dr. Victor in the juvenile program Castelo Ra-Tim-Bum of TV Cultura .

After the election of Luiz InĂĄcio Lula da Silva in 2002, SĂ©rgio participated in the cultural part of the government, holding positions and participating in councils.

In 2013, lived the villain DionĂ­sio in the soap opera Flor do Caribe . In 2016, he made his debut in streaming services in the 3% series produced by Netflix .

In 2017, he was honored at the SĂŁo Paulo Legislative Assembly (ALESP) on the actor’s day. In 2018, he won the APCA Critics Grand Prize .

In 2019, it gained prominence in the play ‘The Golden Egg’ which tells the story of Jews who were forced to kill other Jews in Nazi Germany .

Filmography

Reference in acting, Mamberti is remembered for having represented many characters with strong personality. Among his most important and most remembered works by the public, it is important to highlight the cult cupbearer EugĂȘnio de Vale Tudo , the sweet and wise Dr. Victor from the children’s program Castelo RĂĄ-Tim-Bum and, more recently, the Nazi executioner DionĂ­sio Albuquerque de Flor the Caribbean . In addition, he performed brilliantly in films , series , miniseries and other specials.

Awards and nominations

In 1962, he won the Moracy do Val award from the newspaper Ultima Hora in the category ‘revelation actor’ for the show AntĂ­gone – AmĂ©rica. In 1964, he received the ‘Saci Award’ for Theater, which was organized by the newspaper O Estado de S. Paulo in the category ‘Best Supporting Actor’ for the play O Inoportuno.

In 1969, he received the ‘ Governor of the State of SP Award â€˜ in the category ‘Best supporting actor’ for his performance in the play O BalcĂŁo. In the following decade he received more awards such as the MoliĂšre Prize in the category ‘Best actor’ in 1975 for the play RĂ©veillon . In the previous year, Mamberti had been nominated for the same award in the same category for the play The Game of Power.
Also play RĂ©veillon won the category ‘best actor’ of the Governor Award of the State of SP, the APCA Award â€“ Theater / SĂŁo Paulo Association of Art Critics – SP and Veja SP Magazine .

As a director in 1982, he received the award for ‘Best show’ for his play Coração na Boca in an award ceremony in Rio de Janeiro . In 1989 he won the category of ‘Best Supporting Actor’ for the soap opera Vale Tudo in which he played EugĂȘnio.

In the 1990s, in 1995, he won the Mambembe Award for ‘best supporting actor’ for the show PĂ©rola. The following year, he won the Sharp Award for ‘best actor’ also for the play PĂ©rola. In 1997, he won the APETESP Award for â€˜best actor’ also for Pearl.

In 1998, he won the International LumiĂšre Award. He also received the ‘PatrimĂŽnio de Bauru’ award from the municipality of the interior of the state of SĂŁo Paulo.

In 2008, it received the highest cultural level award in the country Order of Cultural Merit (WTO).

In 2018, he received the APCA Critical Grand Prix .

Sérgio Mamberti resgata histórias de sua vida em autobiografia

SĂ©rgio Mamberti: ‘esse governo que nĂłs temos Ă© trĂĄgico

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O renomado ator, diretor, produtor e artista plĂĄstico, SĂ©rgio Mamberti Ă© o convidado desta semana no FĂłrum Sindical. Com personagens marcantes, Mamberti sempre se reinventou e transformou a arte brasileira. Sua carreira de mais de 50 anos no teatro, cinema e televisĂŁo se funde com a histĂłria da arte e da polĂ­tica brasileira. Agora, octogenĂĄrio, escreve sua autobiografia em parceria com o jornalista Dirceu Alves Jr: “Sergio Mamberti: senhor do meu tempo”, publicada pelo SESC. Participam: o jornalista Altamiro Borges e Rubinho Giaquinto.

đŸ‡§đŸ‡· MARC BERKOWITZ | crĂ­tico de arte | 1914 – 1989

Brazil, crítico de arte, Musée art moderne, MUSEO DE ARTE, Rio de janeiro

linguagem đŸ‡«đŸ‡·

Rio de Janeiro 16.01.1988

Mark Berkowitz, crĂ­tico de arte de origem russa, radicado no Brasil hĂĄ meio sĂ©culo. Considerado um dos mais destacados conhecedores de arte do paĂ­s, Berkowitz dirigiu por mais de trĂȘs dĂ©cadas a Galeria de Arte do Instituto Brasil Estados Unidos, o Ibeu, do Rio de Janeiro, onde se notabilizou por incentivar o trabalho de artistas jovens. Berkowitz morreu dia 28 de novembro, 1989, aos 75 anos no Rio de Janeiro. Criada em 1962 pelo crĂ­tico de arte Marc Berkowitz, a coletiva NovĂ­ssimos tem como objetivo apresentar a produção de arte de seu tempo e, igualmente, revelar novos talentos. Em 47 anos de existĂȘncia, participaram deste SalĂŁo artistas como Anna Bella Geiger, Ivens Machado, MĂĄrcia X., Ana Holck, Mariana ManhĂŁes, Pedro Varela, Raul Leal, entre outros. AtĂ© 2008, 480 artistas jĂĄ haviam participado desta coletiva anual.

Homenagem Ă  Marc Berkowitz

VASCO PRADO. Textos de Marc Berkowitz e Manuel Barata. Depoimentos do artista e de outros (Érico VerĂ­ssimo, JosĂ© Roberto Teixeira Leite, Geraldo Ferraz, Jorge Amado …). Companhia Iochpe de ParticipaçÔes, Porto Alegre, 1984. Encadernado, 84 pĂĄginas, 22 x 29 cm. 

Comenta a conferĂȘncia, sobre o tema Arte Moderna no Brasil – Verdades e Paradoxos, pronunciada pelo crĂ­tico de arte Marc Berkowitz, na ABI, onde o conferencista coloca Di Cavalcanti e Portinari como as “vacas sagradas” da arte brasileira.

đŸ‡§đŸ‡· MILTON MACHADO | Pintor | desenhista | escultor | crĂ­tico | fotĂłgrafo | professor | 16.02.1988

architect, arquitetura, Brazil, Cinema, escultor, fotĂłgrafo, Pintor

linguagem đŸ‡«đŸ‡· – Rio de Janeiro 16.02.1988

Entre 1965 e 1970, Milton Machado da Silva cursa arquitetura e urbanismo na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro – FAU/UFRJ. Em 1969, participa da 10ÂȘ Bienal Internacional de SĂŁo Paulo, e conquista, com sua equipe, medalha de prata no Concurso Internacional de Escolas de Arquitetura. Realiza sua primeira individual em 1975, na Galeria Maison de France, no Rio de Janeiro. Na mesma cidade, leciona no Centro de Arquitetura e Artes da Universidade Santa Úrsula, entre 1979 e 1994, e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage – EAV/Parque Lage, de 1983 a 1994. ObtĂ©m tĂ­tulo de mestre em planejamento urbano e regional pela UFRJ em 1985. Muda-se para Londres, em 1994, onde inicia doutorado em artes visuais no Goldsmiths College University of London, concluĂ­do em 2000. Volta ao Brasil em 2001 e, em 2002, passa a lecionar histĂłria e teoria da arte na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em seus primeiros trabalhos, majoritariamente desenhos realizados durante o perĂ­odo da ditadura, Milton Machado usava sua formação em arquitetura para criar projetos e relatos aparentemente lĂłgicos que, na realidade, eram fictĂ­cios e inviĂĄveis. Ao longo das dĂ©cadas seguintes, o artista aumentou progressivamente a escala de sua produção e ampliou a diversidade dos gĂȘneros utilizados, passando a incluir objetos, esculturas, vĂ­deo, fotografia e grandes instalaçÔes. Ainda assim, continua explorando a tensĂŁo produzida pelo questionamento dos modelos de conhecimento cientĂ­fico que resulta de suas indagaçÔes artĂ­sticas.

Milton Machado: History of the Future

Edited by Milton Machado. Text by Milton Machado, Guilherme Bueno, Tania Rivera.

History of the Future is the first publication on one of Brazil’s foremost contemporary conceptual artists, Milton Machado (born 1947). For more than 30 years, Machado has been designing and constructing a utopian world, titled History of the Future, which he illustrates in sketches, drawings, writings, sculptures and installations.

interview by Youri Messen-Jaschin

đŸ‡§đŸ‡· PAULO YUTAKA – ator – performance ButĂ”

ator, Brazil, Butƍ, Interview, Performance

linguagem đŸ‡«đŸ‡· – Sāo Paulo 04.02.1988

EncontrĂ© em Sāo Paolo 4.02.1988, fue una actor, performance Butƍ teatro de vanguardia.

anos 80, Paulo Yutaka voltava de AmsterdĂŁ depois de um exĂ­lio com o Grupo Oficina na dĂ©cada anterior. Trazia o espetĂĄculo solo “Bom dia Cara” que trazia questĂ”es sobre crise de identidade, do ser mestiço (meio japonĂȘs, meio brasileiro) e estar fora de lugar (de seu paĂ­s).

Aqui Yutaka encontrou com LuĂ­z Roberto GalĂ­zia, que retornava de Nova York depois de um perĂ­odo pesquisando as obras de Bob Wilson. Em fins de 1982, em conjunto com outros atores, Yutaka realizava, em criação coletiva, apresentaçÔes experimentais como Tempestade em Copo d’Água, sob a coordenação de Galizia. O espetĂĄculo trazia a dificuldade de harmonizar conceitos ocidentais e orientais de Ă©tica, filosofia e comportamento. Nascia o Manifesto PonkĂŁ, escrito por UbiratĂŁ Tokugawa (Paulo Yutaka), em 1983. Da fundação participam Paulo Yutaka, Celso Saiki, Carlos Barreto, Ana LĂșcia Cavalieri, Milton Tanaka, Hector Gonzales, Graciella de Leonnardis e o Galizia. Seguiram-se ponkĂŁlipse, O PrĂłximo CapĂ­tulo, o Ballet da InformĂĄtica O Primeiro CapĂ­tulo.

Eu entrei no grupo em fins de ’85, quando iniciava-se a montagem PĂĄssaro do Poente, um texto de Carlos Alberto Soffredini, extraĂ­do de uma lenda japonesa, sob a direção de Marcio AurĂ©lio. A montagem teve grande repercussĂŁo e foi apresentada tambĂ©m em Portugal.O grupo era composto por filhos e netos de imigrantes orientais e ocidentais e o PonkĂŁ, tal como a fruta mestiça da mexerica e laranja, buscou articular uma sĂ­ntese teatral que expressasse essa condição.

Ponka

A exemplo da fruta que Ă© uma mescla de laranja e mexerica graças Ă  engenharia de genes, o Grupo de Arte PonkĂŁ queria ser visto como produto de miscigenação. Seu primeiro espetĂĄculo, Tempestade Em Copo D’Água, nasceu da ausĂȘncia de papĂ©is para um grupo de atores que, apesar da herança de seus traços orientais, poderiam interpretar qualquer papel nos palcos, segundo diversos diretores e crĂ­ticos teatrais da Ă©poca. Todavia a literatura, o teatro, o cinema e a televisĂŁo quase sempre reserva uma visĂŁo exĂłtica do oriental, num patamar subalterno, caricato e limitado. Reproduzindo as palavras do prĂłprio Celso Saiki: “Estamos cansados de ser os ‘Tanakas’, ‘Noris’, ‘Takeshis’, ‘Katayamas’. De ser caricaturas do que jĂĄ nĂŁo somos. Queremos ser ‘Celsos’, ‘Paulos’, ‘Miltons’, rapazes brasileiros que comem feijoada, gostam de caipirinha e amam tambĂ©m as praias, o sol, o ‘rock’, como qualquer outro descendente de imigrantes.”[1]

Foi produzindo seus prĂłprios espetĂĄculos que os integrantes do Grupo PonkĂŁ viabilizaram o que queriam. Ainda segundo Celso Saiki: “Sei que eu, os atores e as atrizes descendentes de japoneses vamos ‘comer grama’, como o Grande Otelo e o Milton Gonçalves. Integração racial? Isso Ă© sĂł panfleto. Eu, Celso, nascido brasileiro, com o mesmo grau de cidadania que qualquer outro, tenho o direito de pisar um palco e fazer qualquer papel, porque sei fazer. HĂĄ uma geração de mestiços tentando abrir caminho, mas que nĂŁo reivindica nada, apenas sua capacidade profissional reconhecida.”[1]

AlĂ©m de Celso Saiki, a formação inicial do Grupo de Arte PonkĂŁ contava com os atores Ana LĂșcia CavalieriCarlos Barretto, Paulo Yutaka, pelo bailarino Milton Tanaka e pelos mĂșsicos Alcides Trindade (CidĂŁo), Graciela De Leonardis e Hector Gonzalez. Para a montagem de PĂĄssaro do Poente outros profissionais juntaram-se ao Grupo.

đŸ‡§đŸ‡· SUSANA BARON SUPERVIELLE | musique concrĂšte

mĂșsica electroacĂșstica, Music, Musique concrĂšte

linguagem đŸ‡«đŸ‡·

Susana Baron Supervielle (*1910, Buenos Aires – Sāo Paulo 2004 – 17 de mayo de 2004 – lamentablemente falleciĂł )

Encontro em SĂŁo Paulo em sua linda casa, 4 de Fevereiro de 1988, San Pablo, Brasil) fue una compositora argentina. Eu o conheci em Buenos Aires em 1981 durante a ditadura (Interview by Youri Messen-Jaschin â€“ french version )

ComenzĂł sus estudios musicales con Gilardo Gilardi y Juan Carlos Paz. En 1945, interesada por las experiencias de mĂșsica concreta que Pierre Schaeffer realizaba en ParĂ­s, se trasladĂł allĂ­ e ingresĂł al Grupo de investigaciĂłn musical que Ă©l dirigĂ­a. Paralelamente realizĂł estudios con Nadia Boulanger y mĂĄs tarde, en San Pablo (Brasil), se perfeccionĂł con Koellreuter. Autora de obras para piano y conjuntos instrumentales de cĂĄmara, se destaca sin embargo por sus piezas vocales con acompañamiento pianĂ­stico -unas sesenta composiciones- pues su amplĂ­sima cultura literaria y su vocaciĂłn por la poesĂ­a, marcaron siempre su predilecciĂłn hacia este gĂ©nero.

Hija de Etienne/Esteban BarĂłn Lamothe y Ana Supervielle, compuso mĂșsica electroacĂșstica. Su obra “Divertimento serial” obtuvo el Primer Premio en el Festival Internacional de Tokio y fue estrenada por la AgrupaciĂłn Nueva MĂșsica de Buenos Aires.

Se casĂł con Jorge Tresca1​ y se radicĂł en Brasil donde prosiguiĂł sus estudios de musicologĂ­a y composiciĂłn.2​ Hermana de la periodista Odile Baron Supervielle.3​ Su sobrina por parte de su hermano AndrĂ©s, es la escritora franco-argentina Silvia Baron Supervielle.

Ha puesto en mĂșsica textos de Jules Supervielle, Federico GarcĂ­a Lorca, Pablo Neruda y Alejandra Pizarnik, entre otros. IncursionĂł ademĂĄs en el campo de la composiciĂłn con medios electroacĂșsticos habiendo instalado en San Pablo el primer estudio-laboratorio de mĂșsica electrĂłnica de Brasil. Le chaos et la crĂ©ation(1974,) Encontro(1975), Continuo variante(1977), MelancolĂ­a(1978),Maraba (1979), Acuario (1979), AllĂĄ(1980), Espiral(1980)y Angustia(1980)se encuentran dentro de esta tendencia. En Argentina, la AgrupaciĂłn Nueva mĂșsica se encargĂł de la difusiĂłn de sus obras a travĂ©s de conciertos y audiciones. Fue miembro honorario de la FederaciĂłn Argentina de MĂșsica electroacĂșstica. Sus obras se estrenaron en Francia a travĂ©s de la “Radiodiffusion francaise”, que entre 1948 y 1954, grabĂł y difundiĂł su Cuarteto de cuerdas(1947) y su Divertimento serial(1952), dirigido por Marius Constant.

Divertissement sériel de Susana Baron-Supervielle: episodios de una obra ambulante

Susana Baron Supervielle y sus Canciones de Federico GarcĂ­a Lorca. Un abrazo intermitente. Como una continuaciĂłn y avance en el estudio de la obra vocal de Susana Baron- Supervielle (1910- 2004) desde una perspectiva atenta a la selecciĂłn de las diversas voces poĂ©ticas que dan texto a sus mĂĄs de cien canciones, este trabajo propone el acercamiento a aquellas compuestas a partir de diecisĂ©is poemas del libro Canciones de Federico GarcĂ­a Lorca. Para este caso, se identifican cuatro momentos, a lo largo de casi sesenta años, en los que la voz y la figura del poeta acompañan distintas preocupaciones estĂ©ticas de Susana Baron- Supervielle con la misma finalidad: “colocar el poema en el espacio y en el tiempo; darle mĂĄs amplitud potenciando su meta”. La periodizaciĂłn permite puntualizar y problematizar distintas manifestaciones de la relaciĂłn texto-mĂșsica que se analizan en la escritura musical segĂșn las caracterĂ­sticas de los poemas elegidos; ademĂĄs se intenta dar cuenta de las motivaciones que sustentan las decisiones creativas en contrapunto con el devenir de la obra del propio Lorca en la cultura contemporĂĄnea.

Susana Baron-Supervielle (1910-2004) musicalizĂł al menos ciento quince poemas a lo largo de su carrera compositiva, todos para canto y piano, excepto su Ășltimo ciclo para canto a cappella. Su otro gĂ©nero mĂĄs ensayado fue la mĂșsica concreta electroacĂșstica. Ambos canales de su pensamiento estĂ©tico se asientan en la tradiciĂłn francesa (Pierre Schaeffer, Nadia Boulanger); y, en Buenos Aires, transitan la Ăłrbita de Juan Carlos Paz, la AgrupaciĂłn Nueva MĂșsica y el grupo Sur. Luego del ejercicio breve y fugaz con el nativismo que inicia su repertorio en 1928, Baron-Supervielle compuso su primer ciclo MĂšlodies, ediciĂłn parisina de 1934, a partir de fragmentos breves de poesĂ­a en francĂ©s (Apollinaire, Verlaine, Renard, Marie Laurencin, Jules Supervielle, ValĂ©ry). En 1940 le dedica un primer ciclo a Federico GarcĂ­a Lorca con Cuatro canciones, y un segundo ciclo le pone mĂșsica a las nueve Andaluzas (Nueve canciones) en 1952, ambos editados por Ricordi. Por lo menos una docena de poesĂ­as de su tĂ­o Jules Supervielle constituyen un retorno en todas las dĂ©cadas. En 1984 comienza la musicalizaciĂłn de la obra de Alejandra Pizarnik que se extiende hasta la dĂ©cada del 90 y llegan a ser 29 poemas cantados (a cappella). El propĂłsito de este trabajo es ofrecer un panorama del itinerario poĂ©tico que recorre la obra vocal de Susana Baron-Supervielle. Este recorrido se interpreta con la lĂłgica de un diario, una manifestaciĂłn situada en tiempo y espacio que permite descubrir una trayectoria biogrĂĄfica. AllĂ­, las voces poĂ©ticas generan distintas respuestas a la bĂșsqueda de sĂ­ntesis compositiva entre sonido y poesĂ­a, hasta alcanzar los 29 poemas cantados, en los que el sonido de la voz y del texto poĂ©tico se estructuran mutuamente y se funden sin otra presencia que su propia materialidad

Divertissement sériel de Susana Baron-Supervielle: episodios de una obra ambulante

đŸ‡§đŸ‡· LÉLIA GONZALES – Brasil Ă© o ses racisme – le BrĂ©sil et son racisme

Brazil, Music, Politic, Racism, Rio de janeiro

inlinguagem đŸ‡«đŸ‡· – Rio de Janeiro 18.02.1988

LĂ©lia Gonzalez (February 1, 1935 – July 10, 1994 – 10 July 1994 – unfortunately deceased..) was a Brazilian intellectual, politician, professor, anthropologist and a woman human rights defender. The daughter of a black railroad worker and an indigenous maid, she was the second youngest of eighteen siblings, including footballer Jaime de Almeida, who played for Flamengo. Born in Belo Horizonte, she moved to Rio de Janeiro in 1942. She graduated with a degree in history and philosophy, then worked as a public school teacher. She did her master’s degree in media, and her doctorate in political anthropology. She then began to devote herself to research on the relationship between gender and ethnicity. She taught Brazilian Culture at the Pontifical Catholic University of Rio de Janeiro, where she headed the department of sociology and politics. As a secondary school teacher at CAp-UERJ (part of Rio de Janeiro State University) during the dictatorship of the sixties, she made her philosophy classes a space of resistance and sociopolitical critique, which influenced the thought and action of her students. She helped found institutions such as the Black Movement of Brazil, Research Institute of Black Cultures (Instituto de Pesquisas das Culturas Negras, IPCN), the Black Women’s Collective, N’Zinga, and the group Olodum. Her activism in defense of black women carried it to the National Council on Women’s Rights, where she worked from 1985 to 1989. She was a federal legislative candidate for the Workers’ Party, being chosen as the first alternate. In the next election, in 1986, she ran for state representative for the Democratic Labour Party, being chosen again as a substitute. Her writings, simultaneously permeated by the scenarios of political dictatorship and the emergence of social movements, reveal her interdisciplinary commitment and portrait a constant concern in articulating the broader struggles of Brazilian society with the specific demand of blacks and especially of black women[1] In 1982, together with Carlos Hasenbalg, she published Lugar de Negro[2] and in 1987, she published the book Festas populares no Brasil.

 LĂ©lia Gonzalez, an important militant of women’s rights and the Movimento Negro in Brazil.
Lélia Gonzalez: Mulher Negra na História do Brasil

đŸ‡§đŸ‡· CONRADO SILVA – mĂșsica electroacĂșstica

mĂșsica electroacĂșstica, Music

linguagem đŸ‡«đŸ‡·

Conrado Silva (Montevideo, Uruguay, 1940, San Pablo, Brasil, 2014) es un compositor y educador pionero en el campo de la mĂșsica electroacĂșstica. Se interesĂł por la mĂșsica contemporĂĄnea en los años ’50 y compuso en 1964 la obra MĂșsica para 10 radios portĂĄtiles (tambiĂ©n conocida como Musik fĂŒr Zehn KofferradiogerĂ€te o Music for ten portable radios) utilizando una computadora para organizar el material composicional de la misma. Desde 1969 vive en Brasil donde es Profesor Asociado en el Departamento de MĂșsica de la Universidad de Brasilia.

Silva ha sido un pilar para el desarrollo de la mĂșsica electroacĂșstica en AmĂ©rica Latina, no solo por sus actividades como compositor, sino tambiĂ©n por su tarea docente y de difusiĂłn, especialmente a travĂ©s de los Cursos Latinoamericanos de MĂșsica ContemporĂĄnea que Ă©l creara y coordinara junto a un grupo de colegas, y que se desarrollaran entre 1971 y 1989 en diferentes paĂ­ses latinoamericanos, y por los varios estudios de mĂșsica electrĂłnica que el fundara en Brasil: en la Universidad de Brasilia, en 1969; en la Universidad del Estado de San Pablo, en 1977; en la Escuela de Artes de Santa Marcelina, en 1985; y el estudio Syntesis, en 1986.

Algunas de sus obras electroacĂșsticas son: AntĂ­gona, mĂșsica incidental electroacĂșstica para una obra de teatro, realizada en los estudios del Servicio Oficial de DifusiĂłn RadioelĂ©ctrica (SODRE) de Montevideo, Uruguay, en 1965.; Brinquedos I (CrĂłnica), mĂșsica incidental electroacĂșstica de 1971; Cor incurvatum, mĂșsica incidental electroacĂșstica de 1972; Ulisses, mĂșsica incidental electroacĂșstica de 1973; Celebraçao para cuarto coros mixtos y sintetizador, del mismo año; la suite Equus, mĂșsica incidental electroacĂșstica de 1975 para la obra de teatro homĂłnima de P. Schaeffer; Polaris para voz, flauta, guitarra, piano, contrabajo y sintetizador, de 1978; Natal del-Rei, obra electroacĂșstica compuesta en el estudio Charybde del Groupe de Musique ExpĂ©rimentale de Bourges, Francia, en 1980; FonoarticulaçÔes para voz, cinta y sintetizador en vivo, del mismo año, basada en materiales sonoros de Dieter Schnebel; Mars para electrĂłnica en vivo, Para Sinthy, ritual para sintetizador, y CĂ­rculo MĂĄgico Ritual para 20 sintetizadores, las tres de 1985; Ludus absque fasciem para electrĂłnica en vivo, y Eixos I para orquesta sinfĂłnica y sintetizador, ambas de 1986; Ganis para electrĂłnica en vivo, de 1987; PericĂłn para instrumentos digitales en vivo, de 1989; Galaxias II, obra electroacĂșstica de 1991; la Ăłpera Espaços Habitadospara voz femenina, actor e instrumentos digitales en vivo, de 1994, basada en textos del libro Galaxias de Haroldo de Campos; Fragmentos do Apocalipse de 2001 y Fragmentos do GĂȘnesisde 2002, ambas obras electroacĂșsticas realizadas en el Estudio de MĂșsica EletroacĂșstica de la Universidad de Brasilia. Conrado Silva de Marco Pionier der elektroakustischen Musik Pionier der elektroakustischen Musik composer and educator, became interested in new music during the 1950s.

đŸ‡§đŸ‡· LELIA WELHO FROTA – Funarte – popular art

Art populaire, art popular brasileiros, Brazil, Rio de janeiro

linguagem đŸ‡«đŸ‡·

Popular art usually expresses a feeling common to the environment in which it develops. It is not usually expected from the popular artist originality or individual expression, but artisan mastery and the ability to execute the works, normally ordered and dictated by the society in which it operates, which determines both the theme and, in some cases, the very form that the work must take over. Animals, human figures and types (such as the cangaceiro, the washerwoman, the priest), as well as saints are the most frequent themes of popular art. Usually the popular artist draws from the reality in which his subjects live, and can sometimes give doses of humor and social criticism to his representations, as illustrated by small northeastern sculptures of white girls dancing with black people with a blocked nose.

The popular artist is usually self-taught, without contact with classical art, removing from tradition the techniques he needs to carry out his work. You can even create your own resources to solve your problems. The personalization of the tradition of the society in which this artist is inserted can generate works of great artistic value. Small sculptures are often the most frequent manifestations of popular art, especially ceramics. Due to the particularities of working with the material, there are small workshops (at least initially familiar) that are dedicated to the craft.

The ceramics workshops are present in several locations in Brazil, especially those in the western region of the country, the Amazon, the Northeast and Rio Grande do Sul. Cities like Caruaru, with their more sophisticated sculptures, with appreciation of movement and realism they are influential regional centers that end up determining northeastern patterns. Clay sculptures have centers in the northern region of the country, in cities like BelĂ©m – especially the forms of local animals, such as alligators; in the Southeast, in cities like VitĂłria and artists like MĂŁe Ana; in the South, in SĂŁo JosĂ© (Santa Catarina) and the mixture of fantastic beings with people and animals in the set of thirteen colored figures of the ox-of-papaya (made by artists like AnĂ©sia de Silveira). Still in the Southeast, we see strong centers in places like Vale do ParaĂ­ba in SĂŁo Paulo, whose production is especially intense at Christmas for figures related to the party, such as angels, boys and eastern stars.

The folklore of the valley is also represented through pieces made for the traditional “Festa do Divino”. In the Center-South the sculptures of religious intention are famous. In the Northeast, the figures that, due to their attire and attitudes, characterize aspects of the region’s life are especially known. They also call attention for the sophistication that the representations present, with details such as features of the face attentive to the physical types of the place. Still in the Northeast, the frowns on the boats that cross the SĂŁo Francisco, used in order to scare off evil or even river folkloric monsters, are other good examples of popular art. Ex-votos are also considered to be one of the most important popular artistic manifestations. Miracles often emphasize the region of the body that the faithful ask for divine attention. In the heads, in which they call for the dead, both common patterns and artistic concerns can be seen in portraying the deceased’s features.

“Padinho Cícero”, for example, is a regional theme widely used in religious sculptures in the Northeast, especially those in Juazeiro do Norte. Umbanda also provides great inspiration for popular artists, such as the figures of Exus, caboclos and black-old men, especially strong in Bahia, well represented by Cñndido. Also typical of the state are the figures of “baianas”, with their more realistic anatomical forms and robes. Mainly through Modernism and its nationality, some popular artists began to be recognized in erudite art circles, being valued and even holding exhibitions inside and outside the country.

One of the first of these artists more in tune with the popular traditions discovered was Cardosinho (JosĂ© Bernardo Cardoso JĂșnior), a Portuguese who came to Brazil at the age of three. Having started painting at the age of sixty-eight, he draws attention for his fantastic and mysterious compositions, which are not concerned with realism in proportions (as shown by the enormous butterflies in his paintings, copied in natural size). He even did a show with Portinari. Djanira da Mota e Silva, born in the interior of SĂŁo Paulo and based in Rio de Janeiro is another popular artist who has held exhibitions, including in the United States. Among some of his works are: “Figuras na Rua” (1946) and “A Casa de Farinha” (1956) or the painting of the Chapel of Santa BĂĄrbara, in the Catumbi – Laranjeiras tunnel, in Rio de Janeiro (1961-1963). Chico da Silva, with his fantastic animals, such as birds and dragons linked to the folklore of the north-northeast of the country, is better known in Europe (thanks to the intervention of the Swiss painter Jean Pierre Chabloz who discovered him in Fortaleza) than in Brazil.

The Afro-Brazilian tradition and the contemplative aspect of the sculptures by the Bahian Agnaldo Manuel dos Santos also characterize him as an important popular artist, such as his figures about mother and son or works like “Totem” from 1973. Mestre Vitalino (see entry) from Caruaru, Heitor dos Prazeres, from Rio de Janeiro, Manezinho AraĂșjo, from Pernambuco, Maria Auxiliadora da Silva, from SĂŁo Paulo, are other names of popular painters who ended up being known in erudite circles. ARTE POPULAR BRASILEIRA Uma viagem em busca dos artistas populares Arte Popular do Brasil Arte PoPulAr BrAsileirA:
A influĂȘnciA do mAteriAl no Processo criAtivo
homenageia a arte popular brasileira SALA DO ARTISTA POPULAR Artesanato e arte popular – Mãos que constroem histórias Entrevista com Angela Mascelani

O Museu Casa do Pontal foi atingido por uma inundação sem precedentes! o objetivo do financiamento coletivo é reabrir urgentemente o Museu. #salveomuseudopontal

đŸ‡§đŸ‡· Diretor PAULO HERKENHOFF | Museu de Arte Moderna | Rio de Janeiro

Art museum, Brazil, Musée art moderne, MUSEO DE ARTE, Rio de janeiro

linguagem đŸ‡«đŸ‡·

  1. Paulo Herkenhoff (born 1949) is an independent curator and critic. From 2003–2006, he was director of the Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Previously Herkenhoff was adjunct curator in the Department of Painting and Sculpture at Museum of Modern Art, New York (1999–2002), and chief curator of Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (1985–1990). He was also artistic director of the 1998 24th SĂŁo Paulo Biennale, SĂŁo Paulo (1997–1999), and curated the Brazilian Pavilion at the 47th Venice Biennale, Venice, 1997. Herkenhoff recently co-curated Brasil: desFocos (O Olho de Fora), Paço das Artes, SĂŁo Paulo, 2008 and contributed to the publication Psycho Buildings: Artists Take on Architecture (2008). He has also published texts on artists such as Raul MourĂŁo (2007); Guillermo Kuitca (2006); Rebecca Horn (2005); JuliĂŁo Sarmento (2004); and Louise Bourgeois (2003). Herkenhoff lives and works in Rio de Janeiro. 

Fruto das transformaçÔes culturais que tĂȘm lugar no perĂ­odo apĂłs a II Guerra Mundial (1939-1945), e que entre nĂłs se traduz no crescimento das cidades e na diversificação de seus equipamentos culturais, o Museu de Arte Moderna, criado em 1948, no Rio de Janeiro, acompanha o modelo do Museum of Modern Art – MoMA [Museu de Arte Moderna], em Nova York (1929), do mesmo modo que o Museu de Arte Moderna de SĂŁo Paulo – MAM/SP (1948). Um “museu vivo”, com exposiçÔes, mĂșsica, teatro e cinema, alĂ©m de debates: eis o intuito central da instituição, presidida pelo colecionador e industrial Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894 – 1968). As diferenças mais evidentes entre o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o de SĂŁo Paulo parecem ser a abertura do museu carioca Ă s artes aplicadas, sobretudo ao design e ao desenho industrial, e sua vocação educativa, que se concretiza por um serviço de biblioteca atuante (a cargo da crĂ­tica literĂĄria LĂșcia Miguel Pereira) e por ateliĂȘs abertos ao pĂșblico. Diversos profissionais sĂŁo convidados para implantar as atividades do museu: Candido Portinari (1903 – 1962), pintura; Bruno Giorgi (1905 – 1993), escultura; Alcides Miranda (1909 – 2001), arquitetura; LuĂ­s Heitor (1905 – 1992), mĂșsica; Santa Rosa (1909 – 1956), teatro; e LuĂ­s Roberto Assumpção AraĂșjo, cinema. O museu funciona inicialmente em salas cedidas pelo Banco Boa Vista, na praça Pio X, passando em seguida para um espaço improvisado entre os pilotis do prĂ©dio do MinistĂ©rio da Educação e SaĂșde, onde Ă© aberta ao pĂșblico a mostra Pintura EuropĂ©ia ContemporĂąnea (janeiro de 1949). Das 32 obras apresentadas nesta exposição, 12 irĂŁo compor o acervo do museu, que contarĂĄ em seguida com doaçÔes de Raul Bopp (1898 – 1984), Marques Rabelo e Oscar Niemeyer (1907), entre muitos outros.

O ano de 1952 marca uma nova fase do museu, inaugurada com a exposição dos artistas premiados na 1ÂȘ Bienal Internacional de SĂŁo Paulo (o que ocorrerĂĄ, a partir daĂ­, regularmente) e com a ampliação do acervo, graças ao comando da sra. Niomar Moniz SodrĂ©, entĂŁo diretora executiva, cujo marido, Paulo Bittencourt Ă© proprietĂĄrio e diretor do jornal Correio da ManhĂŁ. O acervo do MAM – composto atĂ© entĂŁo por quatro obras doadas pela Bienal, por uma pequena doação do MoMA e por contribuiçÔes particulares de artistas e colecionadores -, passa a contar nesse momento com obras de artistas estrangeiros adquiridas na Europa como AndrĂ© Lhote (1885 – 1962), Yves Tanguy (1900 – 1955), Georges Mathieu (1921), Fernand LĂ©ger (1881 – 1955), Alberto Giacometti (1901 – 1966), entre outros. Dentre os artistas nacionais, alĂ©m de Portinari, Di Cavalcanti (1897 – 1976)Lasar Segall (1891 – 1957) e Guignard (1896 – 1962), o acervo do MAM se distingue por possuir uma expressiva coleção de Oswaldo Goeldi (1895 – 1961), com desenhos e gravuras. É Niomar quem convida o arquiteto Affonso Reidy (1909 – 1964) para projetar uma nova sede para o museu, em ĂĄrea de 40 mil metros quadrados doada pela prefeitura do Rio, no aterro do Flamengo, com projeto paisagĂ­stico de Burle Marx (1909 – 1994). As obras sĂŁo iniciadas em 1954 e inauguradas em diferentes momentos: o Bloco-Escola, em 1958; o Bloco de ExposiçÔes, em 1967 (com mostra de Lasar Segall) e o Bloco-Teatro, inacabado. O projeto de Reidy segue as sugestĂ”es do racionalismo arquitetĂŽnico que orientam seus diversos trabalhos. No caso do MAM, especificamente, cabe destacar o emprego da estrutura vazada e transparente, a planta livre do espaço de exposiçÔes (que prevĂȘ a flexibilidade da museografia) e a atenção concedida Ă  iluminação.

Datam tambĂ©m dessa nova fase do museu os cursos, para adultos e crianças, a cargo de colaboradores, como Ivan Serpa (1923 – 1973), Margareth Spencer (1914), DĂ©cio Vieira (1922 – 1988)Fayga Ostrower (1920 – 2001) etc. O ateliĂȘ infantil, coordenado por Serpa, conhece sucesso imediato. O de adultos, por sua vez, estĂĄ na origem do Grupo Frente, fundado por AluĂ­sio CarvĂŁo (1920 – 2001)Carlos Val (1937), DĂ©cio Vieira, Ivan Serpa, Lygia Clark (1920 – 1988)Lygia Pape (1927 – 2004) e Vicent Ibberson (19–), e ao qual aderem em seguida HĂ©lio Oiticica (1937 – 1980)Franz Weissmann (1911 – 2005)Abraham Palatnik (1928), entre outros. Em 1955, tĂȘm inĂ­cio as atividades da Cinemateca, com a mostra internacional Dez Anos de Filmes de Arte, e a oferta de cursos regulares. Um pouco mais tarde, em 1959, começa a funcionar o ateliĂȘ de gravura, tendo como professores Johnny Friedlaender (1912 – 1992) e Edith Behring (1916 – 1996), e ao qual aderem, entre muitos outros, Maria Bonomi (1935)Anna Letycia (1929)Roberto de Lamonica (1933 – 1995).

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Ă© palco de importantes mostras de artistas nacionais e estrangeiros, alĂ©m de abrigar conferencistas internacionais. A instituição acolhe grupos e movimentos de vanguarda da arte nacional nos anos de 1950 e 1960, como Ă© possĂ­vel aferir por mostras como: Exposição do Grupo Frente (1955), Exposição Nacional de Arte Concreta (1957) e mostra da Arte Neoconcreta (1959). TropicĂĄlia (1967), obra cĂ©lebre de HĂ©lio Oiticica, na origem do movimento tropicalista nas artes, Ă© exposta na mostra Nova Objetividade Brasileira, realizada no museu em abril de 1967. O incĂȘndio ocorrido em 1978, quando de uma retrospectiva histĂłrica do uruguaio Torres-Garcia (1874 – 1949), marca um momento trĂĄgico na histĂłria do museu, que tem parte do seu acervo e instalação destruĂ­dos. Em 1992, reorganiza-se o acervo com a transferĂȘncia, para o museu, em regime de comodato, de parte da coleção de obras brasileiras de Gilberto Chateaubriand. ClĂĄssicos da Arquitetura: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro / Affonso Eduardo Reidy MusĂ©es D’art Moderne Et Contemporain De Rio Et NiterĂłi Arquitetura: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro / Affonso Eduardo Reidy

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM
Uma escada curva em concreto aparente Ă© destaque em meio Ă  planta livre do pavilhĂŁo. Seu diĂąmetro mede nove metros e sessenta centĂ­metros.
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM

đŸ‡§đŸ‡· Prof. PIETRO MARIA BARDI – DIRECTEUR MUSEO DE ARTE DE SÃO PAOLO

Arquiteto, arquitetura, Art museum, Musée art moderne, MUSEO DE ARTE

linguagem đŸ‡«đŸ‡·

Pietro Maria Bardi (La Spezia, 21 fĂ©vrier 1900 — SĂŁo Paulo, 10 octobre 1999) ( 1 Octobre 1999 – malheureusement dĂ©cĂ©dĂ© )..est un journaliste, historien, critique d’art, collectionneur, exposant et marchant d’art italien. Pietro Maria Bardi ou simplement P.M. Bardi fut, avec Assis Chateaubriand, responsable du dĂ©veloppement du MusĂ©e d’Art de SĂŁo Paulo (MASP), et son directeur durant 45 annĂ©es consĂ©cutives.

En 1924, Bardi dĂ©mĂ©nagea Ă  Milan et se maria avec Gemma Tortarolo. Le couple eut deux filles, Elisa et Fiorella. Il Ă©tait Ă  Milan, lorsqu’il commença Ă  travailler comme marchand et critique d’art, avec l’acquisition de Galleria dell’Esame. En 1929 il devint directeur de la Galleria d’Arte di Roma et dĂ©mĂ©nagea Ă  la capitale. Trois ans plu tard, il s’installa Ă  Rome et dirigea la galerie d’art de Rome financĂ©e par le Syndicat National Fasciste des Beaux-Arts.

Il fit escale la premiĂšre fois au BrĂ©sil en se rendant Ă  une exposition Ă  Buenos Aires. AprĂšs la seconde guerre mondiale, Bardi rencontra l’architecte Lina Bo au Studio d’Arte Palma, Ă  Rome, oĂč tous deux travaillaient. Bardi divorça et se remaria avec Lina en 1946. La mĂȘme annĂ©e, comme beaucoup de personnalitĂ©s liĂ©es au rĂ©gime fasciste, le couple Ă©migra pour l’AmĂ©rique du Sud et s’installa au BrĂ©sil, pays promis Ă  la prospĂ©ritĂ© et avec d’intĂ©ressantes perspectives en architectures que ne permettait pas l’Europe d’aprĂšs-guerre. Le couple embarqua de GĂȘnes sur le navire marchant Almirante Jaceguay avec une collection d’Ɠuvres d’arts et d’objets d’artisanat importantes avec lesquelles ils firent leurs premiĂšres expositions. Ils transportĂšrent Ă©galement leur Ă©norme bibliothĂšque et arrivĂšrent Ă  Rio de Janeiro le 17 octobre 1946.

Avec les Ɠuvres amenĂ©es d’Italie, Bardi organisa une Exposition de Peinture Italienne Moderne au cours de laquelle il rencontra le journaliste Assis Chateaubriand qui avait en projet la construction d’un musĂ©e d’art moderne : le MusĂ©e d’Art de SĂŁo Paulo. Chateaubriand proposa Ă  Bardi de diriger le futur musĂ©e ce que Bardi accepta. Sa femme Lina fut chargĂ©e de l’architecture du musĂ©e. Il occupa cette charge de 1947 Ă  1996. En parallĂšle il maintint son activitĂ© d’essayiste, de critique et d’historien de l’art, d’expert de galeriste et de marchand d’art.

En 1953, les accusations contre Bardi se multipliaient. Il lui Ă©tait reprochĂ© d’avoir rĂ©uni des Ɠuvres de provenance douteuses – la seconde guerre mondiale Ă©tait encore proche – et d’authenticitĂ© suspecte. Bardi fit exposer sa collection dans les principaux musĂ©e d’Europe : Le Louvre (Paris), le Palais des beaux-arts de Bruxelles, le  Centraal Museum (Utrecht), la  Tate Gallery (Londres) et le Palazzo Reale (Milan). https://fr.wikipedia.org/wiki/Pietro_Maria_Bardi

From the Tyrannical Intellect of the Architect to the Good Taste of the Industrial Designer

As a curator and architecture critic in 1930s Italy, P. M. Bardi advocated a radical Rationalist architectural aesthetic for the new fascist metropolis, the emergent fascist nation. The Italian Movement for Rationalist Architecture (MIAR) was a variation of International Style in the vein of Le Corbusier and the CongrĂšs International d’Architecture Moderne (CIAM).[10] Rejecting the ornamentation and use of traditional materials—e.g., marble—that characterized eclecticism and neoclassicism, Italy’s Rationalist architects favored clean geometries, industrial materials such as glass and concrete, and functionalist principles. Throughout the 1930s, Bardi argued for the alliance of Rationalist architecture and fascist politics in the pages of the Milan newspaper L’Ambrosiano, in the architecture journal Quadrante (which he cofounded in 1933 and edited until 1936), and in the Rome newspaper Meridiano.[11] However, Bardi’s justifications for the marriage of Rationalism and fascism underwent some shifts throughout this period. At first, the revolutionary aesthetic character of Rationalism was seen as wholly consonant with the revolutionary political character of Italian fascism.[12] Limitless Museum: P. M. Bardi’s Aesthetic Reeducation Pietro Maria Bardi, Quadrante,
and the Architecture of Fascist Italy Pietro Maria Bardi, o crĂ­tico de arte que dirigiu por quase 50 anos o MASP Pietro Maria Bardi: o italiano que criou o Masp Pietro Maria Bardi: curiosidades sobre o jornalista e colecionador de arte PIETRO MARIA BARDI – THE VICARIOUS ARCHITECT: THE IMPORTATION OF ITALIAN FUTURISM TO BRAZIL MASP – museu laboratĂłrio: museu e cidade em Pietro Maria Bardi SĂŁo Paulo Museum of Art

Professor Lionello Venturi com Pietro Maria Bardi em visita ao MASP em 1960
Por dentro do maior e mais importante museu de arte da américa latina. Neste, mostro as principais obras do museu.
Pietro Maria Bardi no Vox Populi em 1980
https://en.wikiarquitectura.com/building/art-museum-of-sao-paulo/
AnĂĄlisis constructivo y estructural del MASP, proyectado y construido por la arquitecta Italo- Brasilera Lina Bo Bardi

đŸ‡§đŸ‡· RUY OHTAKE | arquiteto | SĂŁo Paulo

architect, Arquiteto, arquitetura, Brazil

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Ruy Ohtake (SĂŁo Paulo, 27 de janeiro de 1938 – 27 November 2021 -unfortunately deceased ) Ă© um arquiteto e designer de mĂłveis brasileiro. É responsĂĄvel por mais de trezentas obras realizadas no Brasil e no exterior. Filho primogĂȘnito da artista plĂĄstica Tomie Ohtake (falecida em 2015) e do agrĂŽnomo Alberto Ohtake (falecido em 1961), Ruy estudou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de SĂŁo Paulo, na qual se formou em 1960. Ruy Ohtake foi casado com a atriz CĂ©lia Helena, falecida em 1997, com a qual teve sua primeira filha, Elisa, diretora de teatro e dança. Depois, se casou com a arquiteta SĂ­lvia Vaz e teve seu segundo filho, Rodrigo, tambĂ©m arquiteto. No ano de 1999, Ohtake foi convidado para fazer parte do 20.Âș Congresso da UniĂŁo Internacional de Arquitetos, em Pequim, ao lado de Jean Nouvel e Tadao Ando. De acordo com Oscar Niemeyer, Ohtake Ă© um dos mais legĂ­timos representantes da arquitetura brasileira. Em Junho de 2012 Ohtake recebeu a Medalha de Anchieta e Diploma de GratidĂŁo pela CĂąmara Municipal de SĂŁo Paulo, atravĂ©s do polĂ­tico Chico Macena, como homenagem e reconhecimento por toda sua obra na Cidade de SĂŁo Paulo, principalmente as obras voltadas para projetos sociais no bairro de HeliĂłpolis. É de Ohtake, por exemplo, entre outras obras, os hotĂ©is Unique e Renaissance, o Parque EcolĂłgico do TietĂȘ, o sistema de transporte urbano Expresso Tiradentes e a sede social e cultural do SĂŁo Paulo Futebol Clube. Em BrasĂ­lia, o arquiteto assina o Royal Tulip Alvorada, o EstĂĄdio do BezerrĂŁo e o BrasĂ­lia Shopping. No exterior, Ă© ele o responsĂĄvel pela Embaixada Brasileira em TĂłquio, no JapĂŁo, e pelos jardins e pelo museu aberto da Organização dos Estados Americanos, nos Estados Unidos. Ohtake ainda assina o projeto de adequação do EstĂĄdio CĂ­cero Pompeu de Toledo (Morumbi) para a Copa do Mundo de 2014 que foi realizada no Brasil. Inspirado no movimento brutalista, projetou a Casa brutalista, na dĂ©cada de 1970. ( entrevista de Youri Messen-Jaschin)

fĂłrum Archtrends Summit 2020, promovido pela Portobello em parelelo a Expo Revestir, Ă© a materialização do Archtrends. Os conteĂșdos do site se tornaram palestras, entrevistas e mesas-redondas sobre design e arquitetura. A plateia foi composta de profissionais de arquitetura de todo o Brasil.
Considerado um dos gigantes da arquitetura brasileira, com mais de 300 obras realizadas no Brasil e no exterior, o paulistano Ruy Othake usa a sua arte para resolver problemas urbanos e sociais. De sorriso gentil e incansĂĄvel no auge de seus 80 anos, o arquiteto e urbanista aposta em cidades mais democrĂĄticas e coloridas, com espaços de convivĂȘncia e menos desigualdade.
Uma obra cultural de muita importùncia para a cidade de Jacareí, no Estado de São Paulo, o Centro de Formação de Professores EducaMais precisava ser chamativo, para representar arte e bela arquitetura para os visitantes. Misturando cores fortes, a fachada é uma lùmina ondulada e integrada à paisagem do local. Um projeto surpreendente para uma cidade com pouco mais de 200 mil habitantes.
Instituto Tomie Ohtake – a museum of contemporary art and office building in downtown Sao Paulo Brazil.
 â€˜SĂłsia’ do AquĂĄrio do Pantanal no Rio
Hotel Renaissance


Neste såbado, 10 de agosto, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Habitação, e da parceria com o Governo do Estado, entrega 120 moradias do Condomínio Residencial Girassol, em Heliópolis, zona sul da capital
Projeto-Ruy-Ohtake
Ruy Ohtake: Flat Address, SĂŁo Paulo

đŸ‡§đŸ‡· SERGIO TEPERMAN | arquiteto | SĂŁo Paulo | 09.02.1988

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linguagem đŸ‡«đŸ‡·â€‚Meet with the architect “SÉRGIO TEPERMAN” in SĂŁo Paolo 9.02.1988

Sergio Teperman é arquiteto formado pela faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, possui mestrado na mesma faculdade e foi titular de diversas bolsas de estudo na Europa. Os serviços do escritório englobam projetos de arquitetura, urbanismo, paisagismo e interiores e gerenciamento de projetos complementares de engenharia, com trabalhos executados em todo o país, além de serviços na Venezuela e na Argentina. Entre as principais obras, destacam-se centros administrativos, edifícios corporativos e de escritórios, bem como projetos de alta tecnologia. Língua: francesa

đŸ‡§đŸ‡· TITO LIVIO FRASCINO | arquiteto SĂŁo Paulo | 06.02.1988

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linguagem đŸ‡«đŸ‡· – Meet with the architect “TITO LIVIO FRASCINO”

Arquiteto pelo Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie (1964). Atualmente Ă© sĂłcio diretor – Tito Livio Frascino Arquitetos Associados Ltda e professor adjunto na cadeira de projeto do curso de Arquitetura e Urbanismo. Tem experiĂȘncia na ĂĄrea de Arquitetura e Urbanismo, com ĂȘnfase em projetos. Foi membro dos conselhos: CREA-SP(1998); Sociedade de Amigos da Casa Brasileira-SP(1994); Conselho Superior do Instituto de Arquitetura do Brasil(1993); Conselho Diretor do Instituo de Arquitetos do Brasil(1975); Diretor da EMURB(1983).

AcadĂȘmico FORMAÇÃO ACADÊMICA Mestrado profissional em Master Urbanisme et AmĂ©nagement 1971 – 1971

Institut d’Urbanisme de Paris – UniversitĂ© Paris TĂ­tulo: x, Ano de Obtenção: Especialização em Urbanismo 1971

Universidade Presbiteriana Mackenzie Graduação em Arquitetura e Urbanismo 1960 – 1964

Universidade Presbiteriana Mackenzie TĂ­tulo: nĂŁo hĂĄ Orientador: nĂŁo hĂĄ

Universidade Presbiteriana Mackenzie Especialização em Urbanismo 2013 – 2013

1969 – 1971 ExtensĂŁo universitĂĄria em Urbanismo. , Institut D’ Urbanisme, Universidade de Paris, IUP, França.

1966 – 1966 ExtensĂŁo universitĂĄria em HistĂłria da Arte e Arqutetura e Evolução Urbana. , Universidade de SĂŁo Paulo, USP, Brasil.

METRO STATION – ESTAÇÃO ÁGUA ESPRAIADA, LINHA 5, SÃO PAULO -SP
METRO STATION – ESTAÇÃO ÁGUA ESPRAIADA, LINHA 5, SÃO PAULO -SP

đŸ‡§đŸ‡· DECIO TOZZI | architect | SĂŁo Paulo | 05.02.1988

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Descobri esse arquiteto que trabalha com luz externa nesses espaços. Uma abordagem de vanguarda para Brasil. (Interview by Youri Messen-Jaschin – french version)

Decio Tozzi (SĂŁo Paulo, 1936). Arquiteto. Ingressa na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie (FAU/Mackenzie) em 1956, formando-se em 1960. Durante o curso, vence o concurso para a Casa do ParaplĂ©gico, em apoio a campanha beneficente liderada, por Gregori Warchavchik (1896-1972) entre outros. O projeto, desenvolvido sob a orientação do arquiteto russo, Ă© premiado no 8Âș SalĂŁo de Arte Moderna de SĂŁo Paulo de 1959, com menção honrosa. Em 1962, funda o escritĂłrio Decio Tozzi Arquitetura e Urbanismo, recebendo prĂȘmios no SalĂŁo de Arte Moderna de SĂŁo Paulo e na Bienal Internacional de SĂŁo Paulo. Pelo conjunto da obra, conquista os prĂȘmios Rino Levi, do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), de 1971, e o conferido em 1976 na Exposição Nacional de Arquitetura do 9Âș Congresso Brasileiro de Arquitetos

AlĂ©m da prĂĄtica, dedica-se Ă  atividade docente e de pesquisa. De 1962 a 1964, dĂĄ aulas de projeto na FAU/Mackenzie. Em 1967, passa no concurso para professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de SĂŁo Paulo (FAU/USP), mas assume o cargo apenas em 1981, ministrando as disciplinas Trabalho de Graduação Integrado (TGI) e projeto atĂ© 1983 e 1994, respectivamente. Na dĂ©cada anterior, em 1972, Ă© contratado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade CatĂłlica de Santos (FAU/Santos), tambĂ©m como professor de projeto, permanecendo no cargo atĂ© 1983. Durante esse perĂ­odo, realiza a dissertação de mestrado, Leitura de um PerĂ­odo de Produção: Obra do Arquiteto Decio Tozzi 1960/1980, defendida em 1981. Participa do departamento paulista do IAB como membro da diretoria no biĂȘnio 1970-1971 e 2Âș vice-presidente na gestĂŁo 2004-2005. Projeta o Parque Villa-Lobos (1994), em SĂŁo Paulo e, em seu livro Arquiteto Decio Tozzi (1995), apresenta seus principais trabalhos. https://www.archdaily.com.br/br/tag/decio-tozzi

Arquiteto Decio Tozzi

  • Publisher: Aleph (2009)
  • Language: Portuguese Brazilian
  • ISBN-10: 8599423010
lĂ­ngua francesa

đŸ‡§đŸ‡· FRANCISCO MILANI | RIOARTE | Rio de Janeiro | 29.01.1988

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I met Francisco Milani, Director of Rioart in Rio de Janeiro on 29.01.1988, ( 13 August 2005 – unfortunately deceased..) it was very interesting to speak with him on the avant-garde theater in SĂŁo Paolo often censored by the military during the dictatorship, shows presented in secret to pass above censorship. Like Argentine intellectuals did during the dictatorship, I also participated in these meetings in secret.
It is interesting to see the political influence in Brazil on culture, to discover in the interview.

A carreira artĂ­stica de Francisco Milani começou cedo, aos 13 anos de idade, quando ele conseguiu seu primeiro emprego em uma rĂĄdio no interior de SĂŁo Paulo. Em 1959 participou da “TV de Vanguarda” e “TV de ComĂ©dia”, na extint Rede Tupi. Convidado pelo dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho, foi trabalhar no Centro Popular de Cultura, o CPC, na UniĂŁo Nacional dos Estudantes. Perseguido pela ditadura militar, teve que ir embora de SĂŁo Paulo e a carreira artĂ­stica ficou interrompida durante oito anos. Virou caminhoneiro, e, na dĂ©cada de 70 viajou para o Rio de Janeiro, onde passou a viver e onde retomou sua vida de artista.No cinema, Milani participou do clĂĄssico Terra em Transe (1967) e, mais recentemente, de O Coronel e o Lobisomem, e do infantil Eliana e o Segredo dos Golfinhos. Sua Ășltima participação foi no filme Irma Vap – O Retorno, lançado apĂłs a sua morte. Milani participou de inĂșmeras novelas, entre elas Selva de Pedra (1972), Elas por Elas (1982), Barriga de Aluguel (1990) e Vamp(1991), todas na Rede Globo. Em 1978, ele fez na Tupi Roda de Fogo, mesmo nome de outra novela da Globo em 1986. Fez trabalhos e minissĂ©ries, como Bandidos da FalangeRiacho Doce e Anos Rebeldes, entre outras. Na dĂ©cada de 1980 descobriu-se sua veia de humorista, como o intolerante chefe na sĂ©rie Armação Ilimitada. Trabalhou nos humorĂ­sticos Chico Anysio Show e Escolinha do Professor Raimundo. Como diretor, Milani comandou o Viva o Gordo, de JĂŽ Soares, e outros programas humorĂ­sticos de Chico Anysio. Entre seus Ășltimos trabalhos estĂŁo o personagem Saraiva, dono do bordĂŁo “pergunta idiota, tolerĂąncia zero”, no programa humorĂ­stico da Globo Zorra Total, e o rabugento tio Juvenal (conhecido tambĂ©m como o “tio mala”), em A Grande FamĂ­lia. Antes disso, viveu tambĂ©m Pedro Pedreira, na Escolinha do Professor Raimundo. Milani foi tambĂ©m narrador e dublador. Trabalhou para o FantĂĄstico e, entre 1994 e 1997, foi locutor do programa Casseta & Planeta, Urgente!. Na ĂĄrea de dublagem, emprestou sua voz ao protagonista do seriado Magnum (Tom Selleck), entre outros. Pai de trĂȘs filhos, o ator foi casado por duas vezes, uma delas com a atriz Joana Fomm.

The national-popular project in the Brazilian theater, at through the analysis of Oduvaldo Vianna Filho’s dramaturgy in the Centro Popular de Cultura (CPC) da UniĂŁo Nacional dos Estudantes (UNE), written before the coup civil-military of 1964 (A Mais-Valia Vai Acabar seu Edgar -1960, Quatro Quasars de Terra – 1963 and Os Azeredo but os Benevides – 1964).
the aesthetic, political and dramaturgical structures of the CPC’s cultural and political production, in order to verify the reception of the theater of agitation and propaganda
(agitprop) and the assimilation of the assumptions of the Bertolt Brecht epic theater in Brazil.

More information:

História e Historiografia di teatro Brasilero da década de 1970: Temas e interpretaçÔes

A PRODUÇÃO TEATRAL PAULISTANA DOS ANOS 1980 – R(AB)ISCANDO COM FACA O CHÃO DA HISTÓRIA: TEMPO DE CONTAR OS (PRÉ)JUÍZOS
EM PERCURSOS DE ANDANÇA

Francisco Ferreira Milani (São Paulo, 19 de novembro de 1936 — Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2005) foi um ator, dublador, humorista, diretor, e político brasileiro.
Milani morreu de falĂȘncia mĂșltipla dos ĂłrgĂŁos provocada por cĂąncer no reto, no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. Seu corpo foi cremado e as cinzas jogadas ao mar. https://filmow.com/francisco-milani-a71501/

O NACIONAL-POPULAR E A DRAMATURGIA DE VIANINHA NO CENTRO POPULAR DE CULTURA (CPC) DA UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES

Rioarte web page: http://www.rio.rj.gov.br/web/arquivogeral/fundo-rioarte

đŸ‡§đŸ‡· TURIBIO SOARES SANTOS | classical musician | Rio de Janeiro | 28.01.1988

Music

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I met Turibio Santos great classical musician

Turibio Soares Santos (born March 7, 1943) is a Brazilian classical guitarist, musicologist, and composer, who established himself as a performer with a wide repertoire of pieces by Heitor Villa-LobosErnesto NazarethFrancisco Mignone, and by accompanying musicians like Clara SvernerPaulo Moura and Olivia Byington on many CDs.

Turibio Santos was born in SĂŁo LuĂ­s, MaranhĂŁo, and at the age of 10 was attracted to the classical guitar. His first teacher was Antonio Rebello (Heck 2001), and later he studied with Oscar CĂ ceres[citation needed]. He also studied composition with Edino Krieger (Heck 2001). In 1962 he gave his first recital in Rio de Janeiro, followed by a series of concerts all over Brazil. In the following year the Villa-Lobos Museum invited him to play the Brazilian composer’s Twelve Etudes for guitar and the Mystic Sextet, given its first public hearing. 1964 marked the formation of a duo with Oscar CĂ ceres and several tours of South America. Turibio Santos decided to establish himself in Europe in 1965, in which year he won the first prize in the O.R.T.F.’s International Guitar Competition in Paris.

His appearances in programmes on the ORTF and the BBC as well as his world premiĂšre recording on disc of Heitor Villa-Lobos’s “Twelve Studies” have made him known to the European public.

Many orchestras have welcomed him as a soloist, such as the Monte-Carlo Philharmonic Orchestra, l’Orchestre Philharmonique de Radio France, the English Chamber Orchestra and the Royal Philharmonic Orchestra. In 1974 he joined Yehudi Menuhin and Mstislav Rostropovich in the opening Concert for the Creation of International Funds for Musical Collaboration organised by UNESCO.

Turibio Santos has been professor of classical guitar at UFRJ School of Music for 24 years,[when?][citation needed] and the director of the Museu Villa-Lobos in Rio de Janeiro since 1985 (Heck 2001).

Web page: http://www.turibio.com.br

đŸ‡§đŸ‡· AMYR KLINK | explorer | Rio de Janeiro | 09.02.1988

world explorer

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I met Amyr Klink in Rio de Janeiro, an extraordinary explorer to be able to talk about such a beautiful experience.

Amyr Klink (born September 25, 1955) is a Brazilian explorer, sailor and writer. One of his projects, “Antarctica 360”, was circumnavigating the Antarctic continent on his own, in 88 days between 1998 and 1999.

Amyr Klink was the first person to row across the South Atlantic, leaving from LĂŒderitz, Namibia on 10 June 1984 and arriving 100 days later in Salvador, Brazil on 18 September 1984. His chronicles 100 Days Between Sea and Sky reports on the journey, during which he rowed a small boat with his arms from Africa to the state of Bahia in Brazil. The food portions in this trip were compacted into packages of freeze-dried food, especially designed for him by a food processing company in Brazil.

Klink has written seven books about his voyages, including Between Two Poles about his trip from Antarctica to the Arctic Pole, starting in 1989 and taking 642 days. Klink helped in the construction of the polar vessel used in this trip, named Paratii after the town of Paraty in the state of Rio de Janeiro, Brazil.

In 2002, Klink has completed an experimental phase of one of his project “A Trip to China” – a trip around the world through a maritime path that had never been explored before: the Arctic Circle. The project’s first phase was successfully accomplished between January 30 and April 6, 2002: Klink and crew left the Antarctic Circle, visiting Margarida Bay in the Bellingshausen Sea (in the extreme south of the Antarctic Peninsula). From there, the ship stopped in South Georgia before returning to Brazil.

Interview: french version

web page: http://www.amyrklink.com.br/en/