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musicólogo

🇧🇷 RONALDO MIRANDA | Funarte | compositeur | musicien | Rio de Janeiro | 10.02.1988

Art populaire, Brazil, crítico de arte, Music, musicólogo, Musique concrète

linguagem 🇫🇷

Né à Rio de Janeiro, en 1948. Il étudie la composition avec Henrique Morelenbaum et le piano avec Dulce de Saules, à l’École de Musique de l’UFRJ. Il débute sa carrière comme critique musical au Jornal do Brasil et intensifie son travail de compositeur à partir de 1977, lorsqu’il remporte le 1er prix du Concours de composition de la II Biennale de musique brésilienne contemporaine, dans la catégorie musique de chambre. En 1978, il est sélectionné pour représenter le Brésil à la Tribune internationale des compositeurs de l’UNESCO, à Paris. Au cours des années suivantes, il reçoit de nombreux prix dans des concours nationaux de composition, ainsi que le Trophée d’Or de Golf, en 1981, du Gouvernement de l’État de Rio de Janeiro et le prix de l’Association des Critiques d’Art de São Paulo/APCA (1982 et 2006) . En septembre 2001, il reçoit le Trophée Carlos Gomes du Département de la Culture de l’État de São Paulo, comme meilleur compositeur de l’année.

Il a participé à d’importants festivals internationaux : World Music Days, à Aarhus, Danemark (1983) ; la Xe Biennale de musique de Berlin (1985) ; les Journées mondiales de la musique, à Budapest, en Hongrie (1986) ; le Festival Aspekte, à Salzbourg, Autriche (1992) ; la série Musiques del nostre Temps, à Palma de Majorque, Espagne (992), Sonidos de las Americas/Brésil, au Carnegie Hall, à New York (1996), la Semaine de la musique brésilienne, organisée à la Hochschule für Musik, à Karlsruhe, Allemagne (2000) et le Premier Congrès mondial de la guitare, à Baltimore, États-Unis (2004).

En 1984, il est fait Chevalier dans l’Ordre des Arts et des Lettres, par le ministère français de la Culture.

Ses œuvres ont été présentées dans les principales salles de concert du Brésil et de l’étranger, comme le Queen Elizabeth Hall de Londres, la Tonhalle de Zurich, le Mozarteum de Salzbourg, le Teatro Colón de Buenos Aires et le Carnegie Hall de New York. De nombreuses pièces de lui sont gravées et beaucoup d’entre elles ont été commandées par des institutions importantes, telles que la Fondation Apollon, à Brême (Allemagne), l’Université de Towson (États-Unis), l’Organisation des États américains (OEA), la Fondation Vitae, le Museum of Art. Moderna de Rio de Janeiro, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, o Centro Cultural Banco do Brasil, la Sala Cecília Meireles, le Ministère brésilien de la Culture et la Ville de Rio de Janeiro. Il a également reçu des commandes de groupes et d’interprètes tels que le coral sueco Vokalensemble, o Quinteto Villa-Lobos et le violoncelliste Antônio Meneses.

En novembre 2003, à l’invitation de la Brahmsgesellschaft, il est artiste résident au Studio Brahmshaus, à Baden-Baden, où il crée l’œuvre Festspielmusik, pour deux pianos et percussions.

Ronaldo Miranda a été professeur de composition à l’École de Musique de l’Université Fédérale de Rio de Janeiro, directeur adjoint de l’Institut National de Musique de la FUNARTE et directeur de la Sala Cecília Meireles.. Il est actuellement professeur de composition au Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo..

Foi aluno de composição na Escola de Música da UFRJ. Seu primeiro trabalho foi como crítico de música no Jornal do Brasil. Iniciou sua carreira como compositor em 1977, ao receber o 1º Prêmio no Concurso de Composição para a II Bienal de Música Brasileira Contemporânea da Sala Cecília Meireles, na categoria de música de câmara. No ano seguinte, representou o Brasil na Tribuna Internacional de Compositores da Unesco. Foi condecorado com o título de Cavaleiro da Ordem de Artes e Letras, pelo ministério da cultura da França em 1984 e recebeu numerosos prêmios durante toda sua carreira.Escreveu a Sinfonia 2000, sob encomenda do Ministério da Cultura, para as comemorações dos 500 anos de descobrimento do Brasil.Foi também vice-diretor do Instituto Nacional de Música da Funarte, diretor da Sala Cecília Meireles e professor de composição da UFRJ e da USP.Em maio de 1992, estreou, no Theatro Municipal de São Paulo, a sua primeira ópera – Dom Casmurro -, baseada no romance de Machado de Assis, com libreto de Orlando Codá.

Em 22 de setembro de 2006, estreou sua segunda ópera, A Tempestade, com libreto do próprio compositor, baseado na peça The Tempest de William Shakespeare. A récita aconteceu no Theatro São Pedro de São Paulo, com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, sob regência e direção musical de Abel Rocha. Ronaldo Miranda recebeu vários prêmios em concursos brasileiros de composição, tais como o Troféu Golfinho de Ouro (1981), o Prêmio APCA (Melhor Obra Orquestral de 1982) e o Prêmio Carlos Gomes (2001). Laureado no Concurso Internacional de Composição de Budapeste (1986) e condecorado com a Ordem das Artes e das Letras pelo governo francês (1984), participou de inúmeros festivais internacionais, dentre os quais o World Music Days (Aarhus, 1983 e Budapeste, 1986), a X Bienal de Música de Berlim (1985), o Aspekte Festival (Salzburgo, 1992), a série Musiques Del Nostre Temps (Palma de Mallorca, 1992), a série Sonidos de las Américas/Brasil (Nova York, 1996) e a Semana de Música Brasileira (Karlsruhe, 2000). Os maestros estrangeiros que regeram a obra do compositor foram Thomas Conlin, Miltiades Carides, Mendi Rodan, Zsolt Nagy, Lavard Skou Larsen, Armando Krieger, Darko Butorak, Odaline de la Martinez, Isabel Costes, Andrew Constantine, Gustav Frielinghaus. Em 1990, pelo Projeto de Incentivo à Criação Musical Brasileira, recebeu encomenda da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo para compor a Suíte Tropical.

Em 2003, participou do projeto Amazônia Deslendada (Berlim/Bayreuth), e foi compositor residente na Brahmshaus de Baden-Baden. Em 2004, estreou seu Concerto para 4 Violões e Orquestra com a Baltimore Symphony e o Brazilian Guitar Quartet, durante o I World Guitar Congress (Baltimore).[5] Em 2008, esteve presente à série Kläng der Welt (‘Sons do Mundo’), na Deutsche Oper Berlin. Em 2013, no Theatro São Pedro de São Paulo, estreou a ópera O Menino e a Liberdade com libreto de Jorge Coli baseado no conto de Paulo Bonfim. A regência foi de Roberto Duarte. Em 2014, compôs as Variações Temporais – Beethoven Revisitado, para a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). A obra foi apresentada na Sala São Paulo, sob a regência do maestro Marcelo Lehninger.

Em 2009, compôs, também por encomenda da OSESP, o Concerto para Violino e Orquestra, que estreou em abril de 2010, para comemorar os 25 anos de Cláudio Cruz, como spalla da orquestra. Compôs o Tríptico do Tietê, com texto de Mário de Andrade, para o CD encartado no livro Águas do Rio Tietê.    A obra estreou na Biblioteca Mário de Andrade, interpretada por Ricardo Ballestero, Ricardo Bologna, Luiz Afonso Montanha e Luciana Bueno. Em 2017 participou da Bienal de Música Brasileira Contemporânea, com uma obra para flauta e orquestra.

Em 2022 compôs o balé Macunaíma, inspirada na obra de Mário de Andrade, para o Ballet e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.Em 2023 a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais fez um concerto em comemoração aos 75 anos do compositor interpretando a obra Horizontes de 1992. A orquestra vai gravar uma série de obras do autor, lançadas na coleção Música do Brasil, do selo Naxos. A regência é do diretor artístico Fabio Mechetti.

Gravações

Em 2000, a cantora Sandra Félix e a pianista Scheila Glaser gravaram o CD Canções Brasileiras onde interpretaram a obra Cantares de Ronaldo Miranda.

Em 2001, o Brazilian Guitar Quartet gravou as Variações Sérias, com arranjo do guitarrista escocês Paul Galbraith.

Em 2003 a pianista Clélia Iruzun gravou o Concertino, de Ronaldo Miranda, no CD Brazilian Mosaic.

Em 2013, a pianista Patrícia Bretas gravou o CD Patrícia Bretas no qual interpreta obras de Ronaldo Miranda, para piano.

Em 2015, o quarteto de violões Quaternaglia gravou a Suíte nº 3 (1973), de Ronaldo Miranda, no CD Xangô. No mesmo ano, o Trio Tokeshi-Rosas-Bazarian (Eliane Tokeshi, violino; Giuliano Rosas, clarinete, e Lidia Bazarian, piano) lançou o CD Fragmentos de um Inverno Solar, com a obra Seis Fragmentos de um Inverno Solar, também de Miranda.

Discografia

  • Canções Brasileiras (2000) – Sandra Félix (canto) e Scheila Glaser (piano). Paulus Editora.[17]
  • Encantamento (2001) – Brazilian Guitar Quartet [18]
  • Brazilian Mosaic (2003) – Clélia Iruzun [19]
  • Patrícia Bretas interpreta Ronaldo Miranda (2013)
  • Xangô (2015) – Quaternaglia [20]
  • Fragmentos de um Inverno Solar (2015) – Trio Tokeshi-Rosas-Bazarian
December 21, 2023December 21, 2023 Youri Messen-Jaschin Tagged 10.02.1988, 1988, compositeur, Funarte, Messen-Jaschin, Rio de janeiro, RONALDO MIRANDA, UFRJ, Villa Lobos, youri Messen-Jaschin Leave a comment

🇧🇷 JOSÉ MARIA NEVES – Compositor – musicólogo – 20.08.1943 – 27.11.2002

Brazil, Interview, musica barroca, musicólogo, musique baroque

linguagem 🇫🇷 – Rio de Janeiro 25.02.1988

Fue uno de los poquísimos musicólogos con visión abarcadora y, al mismo tiempo, con comprensión de los procesos interiores del acto compositivo. Sus dos libros de juventud, Música contemporânea brasileira (escrito en 1976) y Villa-Lobos, o choro e os choros (escrito en 1971)2, así como su capítulo (“Estudio comparativo dentro de la producción musical latinoamericana”) para el libro compilado para la UNESCO por Isabel Aretz (América Latina en su música, publicado en 19773), constituyen acabados modelos de aproximación musicológica. Les siguieron otros libros, ensayos y numerosos artículos, centrados especialmente en el presente o en el pasado musical brasileño. Realizó, convergentemente, decenas de revisiones musicológicas de obras compuestas en los siglos XVIII y XIX. Por su labor musicológica, recibió en 1996 en Brasil el Premio Nacional de Música. Si su visión como musicólogo era particularmente abarcativa, y partía de un enfoque cohesionado de América Latina en un contexto mundial bien informado, su docencia apoyaba tal visión, y su labor organizativa se enriquecía con ella. El trabajo cultural no remunerado tuvo en él un pilar firme e incansable. Entre otros cargos de labor militante, fue entre 1972 y 1974 presidente de la Sociedade Brasileira de Educação Musical, que tuvo en ese período una gran trascendencia, dentro y fuera de fronteras. Fue cofundador y directivo, entre 1979 y 1986, de una aventura editorial, el sello discográfico brasileño Tacape. Fue presidente de la Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (el más importante organismo musicológico de su país) entre 1975 y 1999, y también presidente del equipo permanente de dirección de los Cursos Latinoamericanos de Música Contemporánea entre 1978 y 1989. Es que su personalidad invitaba a los demás a elegirlo como presidente de uno u otro organismo, y él sabía serlo con naturalidad y con un espíritu particularmente -diríase que asombrosamente- democrático.

Musicólogo. Violinista. Regente. Na Universidade do Texas em Austin (EUA) e na Universidade Nova, de Lisboa, cursou Pós-Doutorado. Especializado em música eletroacústica. Filho do violonista, compositor e maestro Telêmaco Vítor Neves. Irmão de Dom Lucas Moreira Neves. Ainda pequeno, o pai o matriculou no Conservatório Estadual de Música de São João Del Rei, em Minas Gerais. Logo depois, mudou-se para o Rio de Janeiro e passou a estudar com o maestro Guerra Peixe e com Esther Scliar nos Seminários de Música Pró-Arte. Entre 1969 e 1971, cursou mestrado no Instituto de Musicologia de Paris, com orientação de Jacques Chailley, sobre os choros de Villa-Lobos. Por essa época, freqüentou o curso de especialização no Conservatório Nacional Superior de Música, com Pierre Schaeffer e no Instituto Católico de Paris, com Stephane Caillat. Estudou composição e regência em Sorbonne, onde conheceu o músico e físico Martenot, inventor do instrumento eletrônico. Voltando ao Brasil, em 1971, foi professor titular de Musicologia no Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro, até 1981. A partir de 1973, atuou como professor titular em Musicologia e História da música na UNI-Rio. Entre 1974 e 1976, fez doutorado no Instituto de Musicologia de Paris, apresentando a tese “Tendências da Música Brasileira Contemporânea”. A partir de 1974, foi consultor para o Ministério da Cultura. Entre 1972/74 exerceu o cargo de presidente da Sociedade Brasileira de Educação Musical. A partir de 1977, regeu a Orquestra Ribeiro Bastos de São João Del Rei (uma das mais antigas do país, da qual seu pai fora também regente). A partir de 1981, exerceu a função de coordenador do Centro de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão. Pertenceu à Equipe Permanente dos Cursos Latinos-Americanos de Música Contemporânea entre 1978/86. Autor dos livros: “Villa-Lobos, choro e os choros” (Editora Ricordi, 1981 São Paulo); “Música Brasileira Contemporânea” (Ed. Ricordi, 1982); “A Orquestra Ribeiro Bastos e a vida musical em São João Del Rei” (Ed. Globo, 1984, RJ); “Te Deum em ré” (UFMG, 1989, BH); “Basílo Itiberê: Vida e obra” (Fundação Cultural, 1996, Curitiba) e “Música Sacra Mineira” (Funarte, 1997). Publicou diversos artigos: “Éduquer par et pour la Musique Contemporaine”; “Danses dramatiques brésiliennes”; “Situação e problema da música mineira contemporânea”. Desde 1968 pertencia ao corpo docente do Instituto Vila-Lobos da Uni-Rio, recebendo o título de “Professor Titular Emérito” ao se aposentar em 1997. A partir de 2001 assumiu a presidência da Academia Brasileira de Música. Foi membro do Conselho Editorial de periódicos do Brasil e dos Estados Unidos. Fez parte da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música entre os anos de 1975/1999. Sua obra editada sobre música tem mais de 50 títulos entre livros, edições críticas de partituras e artigos.

Música contemporânea e educação artística

Perspectivas pedagógicas no ano de 1974

Em janeiro passado, participando do Congresso de Educação Artística de São Paulo, fizemos uma comunicação sobre este tema, tendo ocasião de discutir com muitos professores sobre as relações possíveis e necessárias entre estas duas idéias. Um ano antes, no Congreso de Educação Musical da Associação de Educação Musical do Uruguai, tinhamos ministrado um curso sobre este mismo assunto, ocasião em que traçamos, em linhas mais que gerais, os caminhos da Educação Musical no Brasil, que coincidiam estranhamente com o que ocorreu em muitos outros países da América Latina. Para estender ainda mais o debate sobre este problema, oferecemos aqui uma síntese daquilo que foi exposto no Congresso Uruguaio e no de São Paulo.

A Educação Musical atual já superou há muito algumas das idéias que a caracterizavam no passado próximo, quando a música, mais que qualquer outra disciplina do currículo das escolas, servia aos interesses de uma certa política educacional (e não só educacional). A “vivência musical” de então, que se realizava através do canto orfeônico e seu repertório, dá lugar, pouco a pouco, a uma atividade de cunho mais culturalista, que foi chamada de “apreciação musical”, na verdade uma outra forma – mais amadorística – de abordar a história da música (“estória”, quase sempre). Parece que os próprios professores, um poco desiludidos com os resultados da prática do canto orfeônico, julgaram encontrar a “única saída”, certamente mais útil quando bem abordada, que as intermináveis “aulas de canto” e de teoria musical (que se restringia ao aprendizado dos símbolos, raramente utilizados). O desaparecimento do canto orfeônico coincide com o aparecimento dos coros escolares encontrados hoje e que seguem linha diversa daquele, pelo menos em termos de qualidade final do produto musical.

De sua obra musicológica, podem ser destacados os livros: Les Choros: synthèse de la Pensée Musicale de Villa-Lobos (Paris: Institut de Musicologie, Université de Paris-Sorbonne, 1971); Estudo Comparativo dentro de la Producción Musical Latinoamericana (in América Latina en su Música Coordenação de Isabel Aretz, México: Ed. Siglo XXI/UNESCO, 1977); Tendences de la Musique Brésilienne Contemporaine (Paris: Institut de Musicologie, Université de Paris-Sorbonne, 1976); Villa-Lobos, o Choro e os Choros (São Paulo: Ricordi Brasileira, 1981); Música Brasileira Contemporânea (São Paulo: Ricordi Brasileira, 1982); A Orquestra Ribeiro Bastos e a Vida Musical em São João del-Rei (Rio de Janeiro: O Globo, 1984); José Maurício e os Compositores Setecentistas Mineiros (in Estudos Mauricianos, Coordenação de Andrade Muricy, Rio de Janeiro: FUNARTE, 1983); A Orquestra Ribeiro Bastos e a Vida Musical em São João del-Rei (tese de Concurso para Professor Titular, Rio de Janeiro: IVL/CLA/UNI-RIO, 1987); Te Deum em Ré Maior, atribuído a Manoel Dias de Oliveira (Belo Horionte: Editora da UFMG, 1989); Brasílio Itiberê da Cunha: vida e obra (Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 1996); Música Sacra Mineira: Catálogo (Rio de Janeiro: FUNARTE, 1997); Música Sacra Mineira: Seleção de 12 partituras (Rio de Janeiro: FUNARTE, 1997).

Centro de Referência Musicológica José Maria Neves (CEREM) é uma unidade cultural da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), inaugurado como associação em 2005 e integrado à UFSJ como fundação em 2012

August 5, 2021December 21, 2023 Youri Messen-Jaschin Tagged 1988, 25.02.1988, Brasil, Brazil, Brésil, Compositor, José Maria Neves, Messen-Jaschin, musicólogo, Rio de janeiro, youri Messen-Jaschin Leave a comment
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