🇧🇷 FRANCISCO MILANI | RIOARTE | Rio de Janeiro | 29.01.1988

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I met Francisco Milani, Director of Rioart in Rio de Janeiro on 29.01.1988, ( 13 August 2005 – unfortunately deceased..) it was very interesting to speak with him on the avant-garde theater in São Paolo often censored by the military during the dictatorship, shows presented in secret to pass above censorship. Like Argentine intellectuals did during the dictatorship, I also participated in these meetings in secret.
It is interesting to see the political influence in Brazil on culture, to discover in the interview.

A carreira artística de Francisco Milani começou cedo, aos 13 anos de idade, quando ele conseguiu seu primeiro emprego em uma rádio no interior de São Paulo. Em 1959 participou da “TV de Vanguarda” e “TV de Comédia”, na extint Rede Tupi. Convidado pelo dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho, foi trabalhar no Centro Popular de Cultura, o CPC, na União Nacional dos Estudantes. Perseguido pela ditadura militar, teve que ir embora de São Paulo e a carreira artística ficou interrompida durante oito anos. Virou caminhoneiro, e, na década de 70 viajou para o Rio de Janeiro, onde passou a viver e onde retomou sua vida de artista.No cinema, Milani participou do clássico Terra em Transe (1967) e, mais recentemente, de O Coronel e o Lobisomem, e do infantil Eliana e o Segredo dos Golfinhos. Sua última participação foi no filme Irma Vap – O Retorno, lançado após a sua morte. Milani participou de inúmeras novelas, entre elas Selva de Pedra (1972), Elas por Elas (1982), Barriga de Aluguel (1990) e Vamp(1991), todas na Rede Globo. Em 1978, ele fez na Tupi Roda de Fogo, mesmo nome de outra novela da Globo em 1986. Fez trabalhos e minisséries, como Bandidos da FalangeRiacho Doce e Anos Rebeldes, entre outras. Na década de 1980 descobriu-se sua veia de humorista, como o intolerante chefe na série Armação Ilimitada. Trabalhou nos humorísticos Chico Anysio Show e Escolinha do Professor Raimundo. Como diretor, Milani comandou o Viva o Gordo, de Jô Soares, e outros programas humorísticos de Chico Anysio. Entre seus últimos trabalhos estão o personagem Saraiva, dono do bordão “pergunta idiota, tolerância zero”, no programa humorístico da Globo Zorra Total, e o rabugento tio Juvenal (conhecido também como o “tio mala”), em A Grande Família. Antes disso, viveu também Pedro Pedreira, na Escolinha do Professor Raimundo. Milani foi também narrador e dublador. Trabalhou para o Fantástico e, entre 1994 e 1997, foi locutor do programa Casseta & Planeta, Urgente!. Na área de dublagem, emprestou sua voz ao protagonista do seriado Magnum (Tom Selleck), entre outros. Pai de três filhos, o ator foi casado por duas vezes, uma delas com a atriz Joana Fomm.

The national-popular project in the Brazilian theater, at through the analysis of Oduvaldo Vianna Filho’s dramaturgy in the Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes (UNE), written before the coup civil-military of 1964 (A Mais-Valia Vai Acabar seu Edgar -1960, Quatro Quasars de Terra – 1963 and Os Azeredo but os Benevides – 1964).
the aesthetic, political and dramaturgical structures of the CPC’s cultural and political production, in order to verify the reception of the theater of agitation and propaganda
(agitprop) and the assimilation of the assumptions of the Bertolt Brecht epic theater in Brazil.

More information:

História e Historiografia di teatro Brasilero da década de 1970: Temas e interpretações

A PRODUÇÃO TEATRAL PAULISTANA DOS ANOS 1980 – R(AB)ISCANDO COM FACA O CHÃO DA HISTÓRIA: TEMPO DE CONTAR OS (PRÉ)JUÍZOS
EM PERCURSOS DE ANDANÇA

Francisco Ferreira Milani (São Paulo, 19 de novembro de 1936 — Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2005) foi um ator, dublador, humorista, diretor, e político brasileiro.
Milani morreu de falência múltipla dos órgãos provocada por câncer no reto, no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro. Seu corpo foi cremado e as cinzas jogadas ao mar. https://filmow.com/francisco-milani-a71501/

O NACIONAL-POPULAR E A DRAMATURGIA DE VIANINHA NO CENTRO POPULAR DE CULTURA (CPC) DA UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES

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